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Ação de mercados taquarenses doa uma tonelada de alimentos à Apae de Taquara

Quatro mercados participaram da iniciativa, que ampliou proposta feita pela Associação de Mercados Rede Fort para os associados do RS.
Proposta feita pela Associação de Mercados Rede Fort do estado era que cada loja associada doasse cinco cetas básicas. Empresário de Taquara se uniram e doaram 60. Foto: divulgação.

A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), de Taquara, recebeu na sexta-feira (29) uma doação de 60 cestas básicas, que representaram uma tonelada de alimentos. As doações foram resultado de uma ação social, lançada pela Associação dos Mercados Rede Fort, a nível estadual, que convidou os associados a aderirem à uma iniciativa solidária, com a doação de cinco cestas básicas a entidades dos respectivos municípios. Como resposta ao convite, em Taquara, quatro empresários se uniram e ampliaram a ação, direcionando as doações à Apae local.

Participaram da ação a Fruteira Ideal (Santa Maria), Fruteira Ideal (Empresa), Supermercado Petrópolis e Super Ideal (Santa Terezinha). Conforme Juliano da Silva, proprietário da Fruteira Ideal (Santa Maria), os mercados Rede Fort sempre realizam ações beneficentes. Porém, nesse ano, em virtude do cenário ocasionado pela pandemia do novo coronavírus, ele e os colegas empresários de Taquara viram, na iniciativa proposta pela Associação, uma oportunidade de atender um número maior de pessoas. Logo, se mobilizaram e chegaram a uma tonelada de alimentos, organizados em cestas básicas.

O grupo elegeu a Apae para distribuir as doações – priorizando alunos e familiares – de acordo com os empresários, considerando as necessidades físicas, intelectuais, mas também financeiras desse público.

De acordo com da Silva, a ação representou um ato, não só de solidariedade, mas também de empatia, visto que o comércio também sente os reflexos da pandemia nas vendas, segundo ele, prejudicadas devido à redução de carga horária e restrições relacionadas à quarentena, por exemplo.

“A pandemia mudou muita coisa, incluindo uma dedicação maior com a higienização, visando garantir a saúde, tanto dos funcionários, quanto dos clientes. Como os consumidores passaram a sair menos de casa, também notamos uma queda no fluxo de vendas. Mas estamos preocupados é com o futuro, em como estará a economia no período pós pandemia. Não são poucas as empresas que estão fechando, demitindo, e esse movimento impacta diretamente no comércio, seja nos mercados, ou lojas, em todo o empreendimento que depender das vendas para sobreviver”, explicou o empresário.