A desembargadora Cláudia Maria Hardt negou, nesta sexta-feira, liberdade ao agente penitenciário José Marcelo Brum Coruja. Ele foi preso no último dia 27 de abril, quando o Ministério Público deflagrou a Operação Pitágoras II, que investigou suposto esquema de corrupção no Presídio Estadual de Taquara. O pedido de liberdade foi feito por advogados de Coruja ao Tribunal de Justiça do Estado, em uma ação de habeas corpus. A decisão da desembargadora é liminar e, portanto, ainda será julgada pelo colegiado da 1ª Câmara Criminal.
Os advogados de Coruja alegaram que ele possui problemas de saúde que exigem tratamento especial. Contudo, a magistrada fez longa explanação a respeito de como funcionava o suposto esquema criminoso no presídio taquarense. A desembargadora ainda destacou que os advogados não apresentaram comprovação das doenças que acometem o agente peniticário. Por isso, ela manteve a prisão do acusado, que continuará detido no Grupamento de Operações Especiais, em Porto Alegre, assim como os demais presos na Operação Pitágoras.


