Perfil

Adalberto Soares

Em seu primeiro mandado como vereador de Taquara, Adalberto é o vice presidente do Legislativo. Motorista na Citral há sete

1Em seu primeiro mandado como vereador de Taquara, Adalberto é o vice presidente do Legislativo. Motorista na Citral há sete anos, é filiado ao PP e, aos 46 anos, é casado com a professora Carla Silvani Soares e pai de Júlio Eduardo Soares, de 11 anos.

Conte um pouco sobre sua história profissional:
Nasci e cresci em Padilha, no interior da cidade. Ali fiquei até os 17 anos, trabalhando na lavoura, quando comecei a trabalhar na produção da Azaleia, em Parobé, onde atuei por 17 anos e passei por vários setores e fiz capacitações até que, por fim, fui supervisor, cargo que ocupei por anos. Saindo da empresa, decidi abrir meu próprio negócio e, assim, junto de meu irmão criei um mercado em Padilha. Neste mesmo período me candidatei à vereança pela primeira vez, quando obtive 522 votos. Em seguida, fui secretário distrital da localidade por um ano e meio e, depois, fui para a Citral realizar meu sonho de ser motorista de ônibus.

Como surgiu o desejo de se tornar motorista de ônibus?
Quando eu era pequeno e vivia no sítio, todos os dias via ônibus subindo pela ERS-020 em direção a São Francisco de Paula e aquilo me chamava muito a atenção. Inclusive, sabia o horário que todos eles cruzavam a rodovia. Então, naquela época adotei esse desejo, esse sonho: ser motorista de ônibus. Como minha realidade não permitia simplesmente sair do campo para trabalhar em uma empresa de transportes, até por morar em um ponto afastado do centro, tive de esperar a vida dar voltas e correr atrás até alcançar meu sonho.

Hoje você tem uma coleção de ônibus em miniatura com mais de cem peças. Como surgiu o interesse pelo colecionismo?
Por acaso. Um dia, há um bom tempo, comprei uma réplica em um camelô por achar bonita a miniatura. Outro dia, novamente vi um veículo que me interessou e acabei comprando. Logo me vi encantado pelos ônibus em miniatura e fui comprando sempre que via um até que cheguei ao ponto de encontrar mais modelos à venda e comecei a comprar repetidos para modificá-los, mudando a pintura, por exemplo. Então resolvi começar a fazer minhas próprias peças em madeira e, em pouco tempo, aprendi a usar também a fibra. Hoje tenho mais de cem peças, réplicas de vários modelos, tamanhos, épocas e, inclusive, participo de encontros de colecionadores.

Como é o relacionamento com sua família?
É ótima, sem dúvida devo muito aos meus pais e aprendi muito com eles. Também sou grato à Carla, esposa dedicada e esforçada, e ao Júlio, muito inteligente e obediente.

O que lhe levou a se candidatar à vereança?
Desde pequeno eu aprendi com meus pais que todos devem fazer algo para ajudar a comunidade, prestar algum tipo de serviço. Até por isso, ele foi presidente da comunidade católica de Padilha por 15 anos, cargo que hoje eu assumi. Neste âmbito resolvi me candidatar à vereança, para poder contribuir mais com a comunidade de nossa cidade.

O que gosta de fazer no tempo livre?
Ficar com minha família, visitar amigos e conhecer novos lugares.

O que te tira do sério?
A falsidade, a mentira deslavada e o falar pelas costas.

O que gosta de ouvir?
Depende do momento, mas, principalmente, música típica alemã.

“Que todos saibam que quando queremos algo é necessário lutar por isso com todas as armas e energias possíveis, entretanto, sem passar por cima de ninguém e não fazendo ninguém como degrau.”

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