Adriano Aldair Hoffmann Kinast, 32 anos, é natural de Giruá. Solteiro, é gerente das lojas Deltasul de Taquara.
Conte-nos sobre sua trajetória profissional.
Comecei a trabalhar na empresa de fabricação de produtos coloniais dos meus pais, em Santa Rosa, já na linha de vendas. Em 1997 fui morar em Igrejinha, onde atuei nas lojas Herval. Depois abri uma representação da Duaction Suzuki e passei a trabalhar com a venda de motos e consórcios. Após, vim a Taquara para atuar como vendedor da Colombo, e hoje estou há seis anos na Deltasul.
Como você a avalia o comércio taquarense e o que representa para você ser gerente da Deltasul?
Em primeiro lugar, o comércio representa a minha vida, pois foi através dele que comecei tudo, tanto na parte de aquisição de bens, quanto de conhecer as pessoas. Sempre gostei de fazer isso, já veio de berço. Ser gerente da loja representa uma grande superação em termos profissionais, uma oportunidade que conquistei pelo atendimento. Meu objetivo pessoal, no entanto, é iniciar uma empresa própria, continuando no ramo de vendas.
Quais são suas impressões de Taquara?
Taquara para mim é uma cidade que se assemelha muito a Giruá, com um pessoal acolhedor e amistoso. Vim para cá através da indicação de pessoas que diziam que em Taquara havia oferta de emprego. Até hoje realmente nunca fiquei desempregado. Não tenho intenção de sair daqui, nem da região.
Quais são suas principais características pessoais?
Sou muito persistente e gosto de ser correto nas questões financeiras e pessoais. Sou um tanto temperamental, humilde e também admiro a humildade das pessoas.
O que você gosta de fazer em suas horas vagas?
Costumo optar por locais que a região oferece. Mas também gosto de ir para Canela e para o litoral, principalmente para praias onde se pode pescar no mar; além de fazer algumas festas.
O que você mais admira nas pessoas?
Não gosto de pessoas interesseiras, que se aproximam dos outros para obter alguma vantagem. Gosto de me relacionar com pessoas sinceras, idôneas, que tenham bom gosto e boa instrução cultural, e que sempre almejam o crescimento profissional.
Comente sobre seu envolvimento com o CTG O Fogão Gaúcho.
Minha participação no CTG teve início a partir de um convite feito por alguns amigos. Fiz parte da gestão 2009/2010 quando fui sota-capataz, mas em dezembro do ano passado acabei precisando me afastar em função de compromissos profissionais. O gosto pelo tradicionalismo teve início na cidade em que nasci e é algo que tenho muito forte até hoje.
O que o tira do sério: mentira.
Quais são seus planos para o futuro?
Os planos mais próximos são os de abrir meu próprio estabelecimento. Pretendo continuar na área de vendas e, por não querer ser mais um concorrente em Taquara, penso em abrir algo em outra cidade perto daqui. Futuramente pretendo ter uma pessoa para formar uma família, casar, mas primeiro quero ter toda uma estrutura formada.
Estilo musical: sou bem eclético, gosto de música gaúcha, sertanejo universitário, pop rock…
Prato predileto: o tradicional churrasco e chimarrão.
Uma habilidade: a parte dos produtos coloniais, plantar, fazer horta, cozinhar, principalmente pratos mais tradicionais como vaca atolada, feijoada, lentilha.
Uma mania: organização.
Um lugar: independente de ser inverno ou verão, gosto muito de estar na praia. Um lugar que gostaria de conhecer é a Itália.
Uma lembrança marcante: da minha avó paterna.
Deixe uma mensagem aos leitores do jornal: “Os verdadeiros campeões não são os que chegam em primeiro, mas sim, aqueles que continuam correndo”. Levo isso para a vida.


