Perfil

ALBERTO VINICIUS PETRY

36 anos, filho de Inez e Heitor Petry. Natural de Taquara, reside em Igrejinha. Casado com Fernanda Ritter, pai de Alice Ritter Petry. Advogado, é servidor público concursado com atuação na gestão de contratos e licitações.

Procuro ser útil e proativo a comunidade em que vivo.

Conte-nos de sua relação com Igrejinha: cresci e me desenvolvi na cidade de Igrejinha, por esta comunidade tenho um grande carinho, local que nos inspira ao voluntariado, a dedicação ao trabalho profissional e ao compromisso social.

Como é o trabalho na função de presidente do Federação Gaúcha de Voo Livre? Exerço uma função de mediação dos interesses de mais 300 atletas gaúchos e 13 clubes/associações de voo livre do Rio Grande do Sul com o sistema confederativo nacional, buscando promover eventos e competições, qualificação de atletas, combate a prática irregular do desporto e a prevenção de incidentes aerodesportivos. Tenho me dedicado, junto com a diretoria da FGVL, em captar recursos, promover e sediar grandes eventos de repercussão nacional e internacional no estado do Rio Grande do Sul.

Como você pratica voo livre e o que ela representa para você? Sou piloto há 15 anos, sendo que, destes, dois foram voando de Asa Delta e os últimos 13 tenho voado apenas de Paraglider. O voo livre para mim é como o futebol para grande maioria dos brasileiros, é uma paixão, ele é meu esporte, invisto nele, treino muito, estudo ele, e, se fosse possível praticaria diariamente ou até profissionalmente. Trata-se de um esporte radical, de relativo risco, portanto procuro voar com responsabilidade e prudência a fim de minimizar os riscos. Praticar o voo livre é certeza satisfação, cada voo é uma experiência nova e indescritível. Quem sonha em voar, encontra neste esporte a forma mais acessível no Brasil.

Na sua opinião, este tipo de esporte poderia ter mais investimento no Brasil? Em nosso país, o futebol é quem recebe o maior volume de patrocínios público e privados de incetivo ao esporte, e, em curto prazo não há expectativa de mudança neste cenário. Somente o esforço coletivo de atletas, federações e clubes tem viabilizado grandes competições, que eventualmente contam com apoio público. Felizmente em Igrejinha o voo livre tem sido valorizado pela administração pública, que tem sido parceira para realização de eventos e investimentos em infraestrutura no Morro Alto da Pedra (Morro da Asa) em Igrejinha.

Fale-nos um pouco sobre a sua atuação profissional: atuo profissionalmente como advogado desde 2014, em meus planos e projetos está a meta de abrir em breve um escritório em Igrejinha, procurando exercer sempre minha função jurídica com responsabilidade e honestidade. Também atuo como servidor público na Prefeitura Igrejinha desde 2013, em 2016 respondi como secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, e, atualmente, sou diretor na Secretaria de Obras, realizando a gestão de contratos e licitações da mesma.

O que gosta de fazer no tempo livre? Voar e estar com minha filha.

Um hobby: Assistir seriados.

Um temor: Caus político no Brasil.

Uma frustração: Atuação do congresso nacional.

Um filme: Chamas da vingança.

Um livro: A meta – Autor: Goldratt.

Um prato: Salmão ao molho de maracujá.

Uma personalidade: Mandela.

O que você gosta de ouvir: Rock.

Qual seu maior sonho: Ver o Brasil se tornar um país decente.

Deixe uma mensagem aos leitores do Panorama: Vivemos momentos conturbados na política brasileira. Infelizmente muitos daqueles que foram eleitos para representar a vontade do povo no congresso, hoje lutam com unhas e dentes para garantirem sua continuidade no poder e suas prerrogativas, em especial o foro privilegiado (o foro da impunidade). Não podemos nos acovardar, não podemos ficar alheios, precisamos ser atuantes e participativos, seja em nosso bairro, cidade, estado ou nação, e exigir mudanças positivas. Parafraseando Eduardo Campos, não podemos desistir do nosso Brasil.