Como foi sua trajetória na Acisa?
Iniciei minhas atividades na Acisa (Associação da Indústria, Comércio, Serviços e Agropecuária de Rolante e Riozinho) em 2014, já como diretora executiva. Antes, a convite do presidente Álvaro Link, contribui como voluntária por cerca de um ano como assessora de comunicação. Nesta época, iniciamos o Núcleo Acisa Mulher, para ampliar a participação de mulheres na Associação e em seus eventos. Então passei a ampliar minha participação na entidade, quando fui convidada pelo presidente para atuar como diretora executiva.
E hoje, como é seu trabalho no grupo?
Coordeno nossas atividades frente às soluções empresariais e projetos da entidade com a supervisão da diretoria. Continuo responsável pelo setor de comunicação, realizo a consultoria e acompanhamento em seis núcleos dentro da entidade e contribuo na coordenação do Núcleo Acisa Mulher. Também faço visitas aos associados e possíveis associados. São vários projetos que precisamos demandar, alinhar parcerias, desenvolver estratégias de execução, busca de recursos. Estamos sempre em busca do melhor e de novas opções de serviços aos nossos associados e a comunidade como um todo.
Você nasceu em Santa Catarina e veio morar em Rolante. Como isso aconteceu?
Vim para Rolante aos 22 anos, em virtude do casamento, pois o Ricardo vivia aqui. Nos conhecemos em Brasília, em 2011, em uma agenda das rádios comunitárias no Ministério das Comunicações. Logo noivamos e, em julho de 2012, nos casamos. Deixei família e amigos lá, também empregos, projetos sociais e militâncias. Em Santa Catarina iniciei minha trajetória profissional como auxiliar de produção em uma indústria têxtil. Fui vendedora, balconista, caixa em posto de combustível, auxiliar de escritório no Sindicato dos Trabalhadores na Agricultura Familiar em Sangão e depois em Rio Fortuna onde atuei ainda no Projeto de Formação da Juventude da Agricultura Familiar e ainda na Cooperfamilia, trabalhei como professora em um projeto de alfabetização para adultos e fui comunicadora de rádio. Aos 15 anos, atuei nos microfones da Rádio Comunitária no município de Morro da Fumaça e no desenvolvimento de projetos da associação de rádio voltados à comunidade. Trabalhei na Sub-secretaria de Políticas sobre Drogas no município de Içara. Quando vim ao Rio Grande do Sul, tive de mudar toda minha rotina e, como eu já atuava na comunicação, passei a trabalhar na Rádio Comunitária Karisma de Rolante, com um programa diário, e me envolvi com projetos e movimentos do município.
O que lhe tira do sério?
O machismo e a intolerância com as diferenças.
Um livro: “Quem manchou a flor branca da paz de sangue”, de Beto Madeira.
Deixe uma mensagem aos leitores do Jornal:
“Semear um sonho é desafio bom”. É um trecho de uma música que ouvi em um dos projetos de que participava quando estava na graduação, e desde então trago ela comigo. Acredito que quando perdemos os sonhos, perdemos o sentido da vida, porque perdemos o que nos desafia a buscar, a seguir e a acreditar.
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