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Ambulatório de Tratamento de Dores Crônicas é oficialmente habilitado na Fundação Hospitalar de Rolante

Serviço, que já funcionava na instituição, passa a integrar oficialmente a rede do SUS no Rio Grande do Sul e amplia o acesso ao atendimento especializado para pacientes do Vale do Paranhana.
Habilitação contou com a participação da secretária estadual de Saúde, Lisiane Wasem Fagundes.
Foto: André Amaral / Rádio Taquara

A Fundação Hospitalar de Rolante realizou, nesta sexta-feira (3), o ato oficial de habilitação do Ambulatório de Tratamento de Dores Crônicas Arita Bergmann. A cerimônia contou com a presença da secretária estadual da Saúde, Lisiane Wasem Fagundes, da ex-secretária estadual da Saúde Arita Bergmann, que dá nome ao serviço, além de autoridades locais e representantes da área da saúde.

O ambulatório já vinha atendendo pacientes na instituição e, com a habilitação, passa a integrar oficialmente a rede do Sistema Único de Saúde (SUS) no Rio Grande do Sul. O serviço é voltado ao atendimento de pessoas com dores crônicas e amplia o acesso da população do Vale do Paranhana ao tratamento especializado.

Durante a cerimônia, a secretária estadual da Saúde destacou que a estrutura técnica e a regulamentação do serviço tiveram como base a experiência desenvolvida pela equipe da Fundação Hospitalar de Rolante. Segundo Lisiane Wasem Fagundes, o hospital criou o modelo de atendimento, iniciou os serviços de forma privada e apresentou a proposta à Secretaria Estadual da Saúde, que realizou as adaptações necessárias para transformá-la em uma política estadual.

A secretária afirmou ainda que a habilitação do primeiro ambulatório de dor crônica pelo Programa Assistir em Rolante reconhece o trabalho desenvolvido pela instituição. Conforme Lisiane, o município já é referência em outras especialidades e passa a ser também no atendimento especializado em dor crônica para a região.

O diretor da Fundação Hospitalar de Rolante, Claudio Paranhos, ressaltou que o ambulatório é o primeiro do Rio Grande do Sul voltado especificamente ao tratamento da dor crônica. De acordo com ele, a iniciativa nasceu dentro da própria instituição e busca atender uma demanda significativa da população.

Paranhos explicou que a dor crônica atinge cerca de 34% das pessoas com 50 anos ou mais, além de uma parcela da população abaixo dessa faixa etária. Segundo o diretor, trata-se de uma condição que exige acompanhamento especializado, já que, em muitos casos, não é resolvida por cirurgia ou tratamento medicamentoso convencional.