Um drama atinge a Associação Protetora dos Animais de Taquara (Apata), que não sabe se o convênio com a Prefeitura será renovado para o ano que vem. A revelação foi feita por voluntárias da entidade, em reunião nesta semana no Ministério Público (foto), que tratou sobre o atendimento a animais de grande porte. O convênio da administração municipal com a associação voluntária seria tratado em outro encontro, este da promotora de Justiça, Ximena Cardozo Ferreira, com o prefeito Délcio Hugentobler.
Além da Apata e da Prefeitura, participaram da reunião na Promotoria, na terça-feira, representantes da Brigada Militar, Polícia Ambiental e Polícia Rodoviária. Na ocasião, foram esclarecidas as dificuldades da Apata no atendimento aos casos de maus tratos para animais de grande porte. A entidade recebe recursos da Prefeitura para este serviço, mas terceiriza a atividade com a contratação de Marco Aurélio Angeli (Zoreia).
Ficou combinado que, nos casos de atendimento a animais como cavalos e búfalos, haverá a participação da Prefeitura, através do convênio com a Apata, e das corporações policiais. Caberá a administração municipal tomar as medidas administrativas competentes à legislação que regula maus tratos no âmbito de Taquara. Já as polícias terão como atribuição fazer a apuração das consequências criminais dos casos envolvendo maus tratos. A reunião também serviu para que as entidades entabulassem uma reaproximação, facilitando os fluxos de atendimento.


