Educação Geral

Apuração esclarece como mal entendido suposta ameaça a escola em Parobé

Segundo a investigação, aluno sonhou com um massacre, mas não efetuou ameaças.

Uma apuração posterior esclareceu como um mal entendido uma suposta ameaça de ataque na Escola Municipal Maria Francisca da Silva, em Parobé, nesta semana. O fato chegou a ser divulgado pela prefeitura, que destacou o afastamento do estudante. Contudo, a apuração feita destacou que o adolescente havia, na verdade, sonhado com um massacre em uma escola, e não feito ameaças de que atacaria o educandário em que estuda.

A direção da escola realizou um boletim de atendimento junto à Brigada Militar e procederia, também, ao registro de um boletim de ocorrência na Polícia Civil, mas acabou não realizando ao procedimento. Conforme o tenente da Brigada Militar, José Soares, após apuração dos fatos, houve o esclarecimento de que não se confirmou a ameaça. “O que ocorreu foi um comentário de que ele havia sonhado com um massacre, mas em nenhum momento disse que iria fazer algo contra a escola”, explicou.

Ainda conforme a apuração, o adolescente sofre com Transtorno do Espectro Autista e teria ficado impressionado com o atentado ocorrido em uma escola, em São Paulo, no início desta semana. A Secretaria de Educação de Parobé informou que o estudante está em atendimento pelo serviço de saúde mental do município e classifica a situação como um fato isolado.

Foto: Divulgação