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Um canto para saborear Igrejinha

A réplica de uma casa enxaimel autêntica, às margens da ERS-115, em Igrejinha, próxima ao viaduto de acesso à cidade,

A réplica de uma casa enxaimel autêntica, às margens da ERS-115, em Igrejinha, próxima ao viaduto de acesso à cidade, é a parada obrigatória para quem deseja saborear um pouco da culinária germânica. No local, os visitantes podem adquirir, também, cervejas artesanais, cucas, pães e biscoitos.

Ao redor do prédio, árvores de copas abastadas e flores coloridas. Apesar de antigo, a construção, de 100 metros quadrados, tem apenas 15 anos. Foi erguida, inicialmente, para servir de ponto de informações turísticas. Desde março, foi cedido para a Cooperativa de Produtores Agrícolas de Igrejinha (Coopai), que instalou um armazém, no intuito de possibilitar a comercialização de alguns produtos realizados pelos 51 associados. 

Diariamente, são servidos pratos como picadinho colonial (R$ 22), linguiça calabresa acebolada (R$ 20) e linguiça fervida com cuca (R$ 12). Os visitantes também podem saborear as cucas coloniais com diferentes recheios (R$12) ou sem (R$ 8) e pães caseiros (R$ 6) todas as sextas-feiras. As iguarias são preparadas ao modo colonial, em fornos a lenha e amassadas a mão. Segundo o presidente da Coopai, Ernani Faiffer, o sabor é muito superior aos industrializados. Nesta semana, o armazém também começou a oferecer o tradicional waffle alemão com acompanhamentos (R$ 6).

Os produtores fornecem biscoitos amanteigados, mel, embutidos e algumas peças de artesanato. Na parte de bebidas, há variedade de cervejas artesanais (Entre R$ 10 e R$ 30), vinhos e suco de uva (R$ 10,90) – este, produzido pela agroindústria da cooperativa, no bairro de Lajeadinho. Ao ano, são comercializados mais de 15 mil litros da bebida, que também segue para a merenda escolar. O gerente da loja, Thiago Faffeir, conta que o espaço como incentivo para a produção de alimentos coloniais, e que os produtores recebem o valor integral pelo que vendem.

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