
AS FONTES
Acontece neste mundo, é normal isso ocorrer, que após construirmos uma verdade, quando todas as provas que estão diante de nós sobre ela, tornam possível que a reconheçamos como certa e definitiva ou mesmo não tendo certeza da mesma e deixando que ela seja forjada, parcial ou totalmente, nos sentemos sobre tal verdade e comodamente fiquemos a desfrutá-la, a propagá-la, sem pensar que outra poderá surgir e derrubar a nossa crença, mudar aquela que aprenderamos, aquela que estávamos a aceitar e a espalhar.
Quando então finalmente surge esta nova verdade, e sim, elas surgem, iremos gerar naturalmente, instintivamente, o negacionismo, e com esse poderá vir também a falta de interesse em buscar e ouvir o que a outra, a nova sucessora, nos traz, e talvez sejamos acometidos também pela vontade de esconder essa nova verdade que vem sacudir a certeza que antes era nosso andaime, e que agora esta sujeita a nos fazer despencar dele.
Na verdade, a grande verdade, é que muitos não estamos preparados para mudanças, e até não as queremos. Temos medo delas. Medo, pois, primeiro, não queremos estar errados; segundo, quem vende uma verdade sempre quer que ela seja única, imutável, ainda mais se a está compartilhando com um número grande de outras pessoas.
Por que falo tudo isso? Porque lhes trarei uma verdade, e talvez essa cause a você, que está lendo este texto, alguma, ou algumas das reações que mencionei acima.
E que verdade é essa: 90 por cento do conhecimento que nos ensinam como de autoria do mundo ocidental, foi, na verdade, surrupiado, adaptado, renomeado e alterado de uma cultura antiguíssima e que surgiu no Oriente e se espalhou, no longínquo passado, por lá e pelo resto do mundo. Tal cultura se chama védica, e é impressionante a quantidade, e profundidade que ela oferece sobre a maioria dos assuntos que existem, e isso numa pequena (grande) porção de textos que restou, que conseguiu escapar da destruição da infindável sucessão de povos que invadiu as regiões onde tal cultura surgiu. O povo védico, bem antes das grandes civilizações como a dos egípcios, gregos e romanos, já sabiam sobre o átomo, idealizaram a fórmula de Bhaskara, a sequencia de Fibonacci, as teorias de Pitágoras, conheciam as leis da gravidade, eram experts em astronomia, medicina, filosofia, psicologia, filosofia, literatura, e já se deliciavam, e aprendiam, com as fábulas recolhidas por Esopo. Essa sabedoria, essas informações você vai constatar, entre outras coisas, em grande parte, em quatro obras essências que forma um único conjunto literário denominado “Vedas”.



Enfim, o mundo ocidental, como se pensa, não é a fonte do verdadeiro conhecimento. Duvida? Vá pesquisar.
E aproveite para conhecer sobre Medicina Ayurvédica, um dos muitos fascinantes aspectos da cultura védica, com o expert abaixo. Marque na agenda:



