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Protagonismo e vida planejada é tema de palestra com a comunidade do Centro de Parobé

A comunidade do Centro de Parobé, atendida por serviços e projetos da Assistência Social, participou na segunda-feira (24), de uma

A comunidade do Centro de Parobé, atendida por serviços e projetos da Assistência Social, participou na segunda-feira (24), de uma palestra sobre planejamento e protagonismo, ministrada por Érica Ostrowski.

Com o tema “Vida planejada, protagonizando a sua própria história”, Érica falou sobre a importância do planejamento econômico para as famílias e abordou diferentes assuntos da esfera social feminina, como valorizar a autoestima e buscar alternativas para o crescimento pessoal. Além disso, também foi tratado sobre o compromisso com os critérios do Bolsa Família e a busca de saídas do projeto.

Para incentivar outras mulheres a buscarem o empoderamento, Mônica Walber, 38 anos, ex beneficiária do programa, contou sobre a sua história de vida. “Venho de uma família humilde, fui criada pela minha avó, casei e fui mãe muito jovem, trabalhei desde muito cedo e para ajudar na renda contei com o auxílio da Assistência, que na época oferecia Vale Gás. O valor que em 2002 era de apenas R$ 15,00 me ajudou muito e com a melhoria do sistema, mais tarde passou a se chamar Bolsa Escola e depois, Bolsa Família. Cada centavo daquele dinheiro me ajudou muito, com ele tive a ajuda que precisei e então, ganhei autonomia”, conta Mônica.

A dona de casa explica que com o tempo, conseguiu realizar um curso de qualificação de aeróbica, tornando-a independente do programa. Hoje ela tem duas filhas na faculdade e que já trabalham como professoras. Ela ainda teve a oportunidade de começar um curso superior de Recursos Humanos, mas que está temporariamente trancado pelo fato de ter de cuidar da avó doente e do filho caçula, mas destaca que pretende voltar assim que possível.

 

“O que quero deixar como recado para as mulheres que recebem o Bolsa Família é que aproveitem esse dinheiro para buscarem qualificação, se não, em qualidade de vida para os filhos. O que não for gasto em alimentação ou material escolar, empregue no futuro, para que façam planos e futuramente não necessitem desta ajuda para se manter”, conclui Mônica.

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