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Bora passar a régua em 2021?

Ao longo deste ano, falamos muito de intolerância, de pré-julgamento, de pensar menos em si e mais no outro. Debatemos temas polêmicos, um que fica para 2022, é causa e consequência, até onde se faz justiça de fato? O julgamento da boate Kiss deixa muitas reflexões. Terminamos o ano com a pandemia ainda não encerrada, porém “controlada”. As cepas se Deus quiser não se criarão. Foi um ano bom, comparado ao que passou. Com a tendência de que o próximo seja melhor ainda.

Pessoalmente, o que você deixou de fazer, que dependia apenas de suas ações? Ficou algo em aberto? Seja de atividades propriamente ditas ou nas relações humanas. O tempo é algo bastante interessante de ser observado. Vivemos em um calendário que existe fechamento e início de ano. Isso passa a sensação de fim e reinicio. Colaboradas com a própria organização de vida e atividades que assim são feitas. Entretanto, a vida é uma sequência. Ela não termina e apaga o que se passou. O amanhã será colhido o plantado no ontem.

Por isso é tão importante que a gente perceba que tudo que fazemos, tem algum impacto. E quem faz o bem, recebe de volta. E é ótimo que exista os finais e inícios de novos anos dessa maneira. Por mais que não se apague o que passou, a vida sempre dá possibilidades de recomeço. Errou? Dá para consertar.

Poderia ter sido antes? Com certeza, mas, o que ficou, não se modifica, o que virá, sim. Novas páginas devem ser escritas. Não apenas de correções, como de confirmações de que estamos no caminho certo.

Estamos indo embora desse ano, mas, ele é apenas um número. Continuaremos aqui, vivendo e aprendendo com a vida, errando e acertando, porém, se entrarmos 2022 com a consciência do nosso propósito, o ano que chega será bem especial.

Boas festas!

Por Cassiano Gottlieb, de Taquara
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