A Câmara de Vereadores de Parobé divulgou, nas redes sociais, as condições para o auxílio financeiro concedido em 2017 à empresa Usaflex. A companhia anunciou, na semana passada, que fechará sua fábrica em Taquara e transferira os funcionários para Parobé. Com isso, ocorreu descontentamento de pessoas que questionaram o fato de que a empresa, em Parobé, conta com o auxílio do Executivo. Segundo o Legislativo informou, a empresa comprovou, por meio do seu setor de recursos humanos, que contratou o mínimo de funcionários do município estipulado pela lei. O restante das vagas, explicou a Câmara, não cabe ao poder público efetuar um controle, pois se trata de uma empresa privada.
Segundo a Câmara, para receber os incentivos que ficaram estabelecidos na lei, a Usaflex precisou criar 100 empregos nos primeiros 12 meses; 200 empregos do 13º ao 24º mês de operação; 300 empregos do 25º ao 36º mês; 400 empregos do 37º ao 48º mês; 500 empregos do 49º ao 60º mês. As comprovações são fiscalizadas pela Prefeitura após o término de cada período estipulado.
Pela parceria, a prefeitura repassou R$ 10 mil por mês no primeiro ano; R$ 20 mil no segundo ano; e mais 36 parcelas de R$ 30 mil no terceiro, quarto e quinto ano de operação. Caso a empresa não cumpra com os termos estabelecidos, é descontado o valor de R$ 100,00 por emprego a menos do que o mínimo estabelecido na lei. A Câmara esclarece que a empresa tem, ainda, o dever de prestar contas junto à Prefeitura semestralmente, inclusive com o fornecimento por escrito do número de empregados a seu serviço.



