A Comissão Geral de Pareceres (CGP) da Câmara de Taquara impôs condições para a votação em plenário do projeto que prevê a compra dos bens imóveis da Sociedade Hospitalar de Caridade. O projeto só irá à análise dos vereadores após a avaliação judicial dos bens ser homologada pela Justiça do Trabalho. A Prefeitura também terá que apresentar o impacto orçamentário da aquisição.
Com isso, a Câmara quer evitar que o valor de avaliação mude, após os questionamentos, e outro projeto tenha que ser votado. Num ofício enviado à Câmara, mencionado no relatório da comissão ao qual Panorama teve acesso, o prefeito Délcio Hugentobler chegou a argumentar que, em razão de ser uma dívida de longo prazo, não havia como fazer o impacto financeiro. A CGP entende, contudo, que os cálculos devem ser apresentados, por uma exigência da Lei de Responsabilidade Fiscal, sob pena de serem considerados gastos irregulares. Segundo explicou ao Panorama o vereador Cláudio Rocha, o projeto somente será levado a Plenário após a Prefeitura apresentar estes dois documentos.
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