Polícia

Câmeras de vigilância emperram na transferência para a Brigada

TAQUARA – Uma onda de assaltos no final da semana passada colocou em discussão, novamente, as câmeras de vigilância instaladas

TAQUARA – Uma onda de assaltos no final da semana passada colocou em discussão, novamente, as câmeras de vigilância instaladas no município. São 20 equipamentos que estão nos postes, mas que, até agora, não servem para nada. Nesta semana, Panorama apurou junto à Prefeitura que a pendência ainda é a mesma do começo do ano: a transferência da central de monitoramento das câmeras para dentro do quartel da Brigada Militar.
Atualmente, a central funciona junto ao prédio da Secretaria Municipal de Educação, na antiga escola CNEC. O prefeito Tito Lívio Jaeger Filho questiona a proposta da administração anterior, de instalar as câmeras neste local, ressaltando que é a Brigada Militar que precisa fazer o monitoramento, e que não seria possível tirar policiais das ruas e mantê-los na sede da CNEC para o monitoramento. Com isso, o prefeito informou que está em estudo o custo de transferência do cabeamento para dentro do quartel da Brigada, na rua Sete de Setembro.
Quanto ao funcionamento das câmeras, o secretário de Planejamento, José Inácio Wagner, confirmou que todas estão adequadas. Apenas duas ainda não geram imagens, por conta da falta de ligação elétrica, mas a Prefeitura testou os equipamentos com nobreak’s e ambas captaram a movimentação das ruas. O prefeito Titinho informou que, no tocante ao convênio com a Brigada para a operação das câmeras, a situação está resolvida de parte da administração municipal. Segundo Tito, o documento foi enviado à corporação, aguardando apenas a assinatura do governo do Estado.
Ainda não há um prazo estimado para que o sistema de câmeras comece a funcionar. Enquanto isso, números da própria Secretaria Estadual de Segurança Pública evidenciam a necessidade. Somente no primeiro trimestre deste ano, os dados apontam que Taquara registrou 61 assaltos e 204 furtos.

Leave a Reply