A Campanha do Agasalho, promovida pela Secretaria de Assistência Social de Taquara, prossegue com o período de arrecadação até o próximo dia 14 de julho. De acordo com o diretor-geral de Assistência Social e Habitação, Jussiê Teixeira, cobertas, edredons e cobertores são os itens de maior procura no inverno, além de casacos, blusas e calças.
De acordo com Jussiê, a campanha objetiva arrecadar em torno de 1,5 mil peças de roupas, que estão sendo distribuídas na rouparia do Albergue Municipal, localizado na rua Mato Grosso, esquina com a Coronel Diniz, no bairro Santa Teresinha. “O veículo da Assistência Social recolhe as doações na sexta-feira à tarde e encaminha para a rouparia do albergue. Qualquer pessoa pode retirar as roupas mediante apresentação de documento, das 8 horas às 11h30min e das 13 às 17 horas. Claro que existem exceções. Não podemos nos eximir de doar para aqueles que não possuem documentos”, ressaltou.
Jussiê destacou que a procura por roupas aumentou nos últimos dias. Segundo ele, o número de peças doadas por semana fica em torno de 200. Os interessados em participar da campanha podem depositar os agasalhos nos postos de arrecadação, nos seguintes locais: Prefeitura, Secretaria de Assistência Social, Secretaria de Educação, Correios, CRAS, CREAS, Albergue Municipal, SESC, SENAC, Banrisul, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Posto 24 Horas e na Biblioteca Municipal.
Secretaria atende casos de vulnerabilidade social
Segundo Jussiê, situações envolvendo violência contra crianças, adolescentes e idosos são atendidos na Secretaria de Assistência Social. “Casos que envolvam violência psíquica e física são atendidos pela secretaria. O Conselho Tutelar, através do Centro de Referência Especializado em Assistência Social (CREAS), faz o acompanhamento das vítimas, juntamente com as famílias, para que seja realizado um laudo ou até mesmo, se necessário, encaminhá-las para um psicólogo”, explicou.
O diretor explicou que, quando a relação entre as vítimas e seus familiares não vai bem, profissionais do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e do Programa de Atendimento Integral à Família (PAIF) atuam para fortalecer os vínculos familiares. “São feitas reuniões em grupo e individuais, com membros das famílias, envolvendo oficinas de música e informática. Os trabalhos são desempenhados com crianças, jovens e adolescentes, além dos idosos e deficientes que sofrem abusos e maus tratos”, observou.
Jussiê lembrou que existe o Disque Denúncia, através do número 100, para que as pessoas possam prestar informações anônimas. “Quem souber de alguma situação de risco envolvendo crianças ou idosos pode ligar sem se identificar para que o problema seja averiguado. Existem situações em que a Assistência Social não se responsabiliza, como, por exemplo, viabilizar caminhões para que sejam realizadas mudanças, já que é proibido por lei. O mesmo ocorre para pedidos de instalação de postes de energia elétrica”, destacou.


