Perfil

Carlos Francisco Steigleder Júnior

Carlos Francisco Steigleder Júnior (Xuxo) tem 36 anos e é natural de Taquara. Casado com Fernanda Ballim De Conto (34),

Carlos Francisco Steigleder Júnior (Xuxo) tem 36 anos e é natural de Taquara. Casado com Fernanda Ballim De Conto (34), tem um filho: Bernardo De Conto Steigleder, de dez meses. É publicitário e proprietário da agência JNR Publicom de Taquara.

Conte-nos sobre sua trajetória profissional e como se deu sua escolha pela publicidade.
Iniciei Comércio Exterior na Unisinos, mas na metade do curso mudei para Publicidade e Propaganda. Desde pequeno gostava de desenhar, tinha muita criatividade e facilidade de ilustrar as coisas. Meu primeiro emprego foi na Alice Imóveis, na área de cobrança. Em seguida fiz estágio na Azaleia, na parte comercial, mesma área em que atuei durante cinco anos na Unimed. Depois trabalhei na parte de atendimento da agência Invento e, após, fui trabalhar em Porto Alegre, na agência LUQ, que na época atendia a conta de uma grande rede de materiais de construção. Lá fui responsável pela criação durante dois anos. Em maio de 2007 eu casei e em outubro saí da LUQ, quando resolvi abrir minha própria agência em Taquara.
Para você, qual é o grande desafio da publicidade hoje?
O maior desafio é converter o pensamento do nosso mercado no diferencial competitivo que a publicidade pode acrescentar aos negócios. Ela é um investimento e não um custo, mesmo que a longo prazo.
Comente sobre o seu gosto pela fotografia.
Sempre gostei de fotografia e agradeço à minha mãe por ter tantos álbuns de quando eu era criança. Isso veio também do meu gosto pelo cinema, da montagem dos filmes. Depois, meu ingresso no curso de Publicidade e Propaganda, quando tive meu primeiro contato com uma máquina digital, foi um starter. Com o nascimento da minha afilhada fotografei muito, agora com meu filho também.
Quais são suas impressões de Taquara?
Não consigo sair de Taquara, adoro essa cidade e criar meu filho aqui será muito bom. Mas espero que ele “bata as asas”, porque nesses anos que tive mais consciência do que é uma cidade, não consigo perceber o progresso. Os municípios da região estão crescendo, com empresas, não vejo isso em Taquara. Com certeza não é só um problema político, talvez seja por acomodação da população. Outra carência grande é na parte cultural, não em relação a shows, mas de maneira a possibilitar a formação das pessoas, do gosto, da opinião.
Quais são suas principais características pessoais?
A criatividade. Além disso, com poucas coisas já fico feliz. Por outro lado, sou extremamente ambicioso. Não conquistar coisas tão grandes não me frustra, pois minha frustração é proporcional à minha esperança. Costumo manter muito o bom senso e, às vezes, por sinceridade acabo sendo rude. Mas não sou orgulhoso: assumo o erro e tento reverter, por exemplo.
O que você gosta de fazer em suas horas vagas?
Adoro pedalar, ver filmes e escutar música, além de pesquisar na internet coisas diferentes e curiosas. Também gosto de passear, almoçar fora, ir à praia ou até mesmo ficar em casa no sofá, os três juntos (ele, a esposa e o filho).
Como conheceu sua esposa e o que mais admira nela?
Nos conhecemos em 1990 através de amigos em comum,  nos demos bem de cara. Sempre fomos muito amigos e só em 1996 é que começamos a namorar. O que mais admiro é a responsabilidade e o comprometimento que ela tem. Também adoro o jeito mãe que ela tem: esforçada e dedicada ao Bernardo.
O que mais o preocupa na criação de seu filho?
O que me preocupa é essa facilidade de comunicação e acesso à informação, ainda mais em relação ao futuro. Espero que ele tenha o caráter já formado antes de acessar isso.
Planos para o futuro: não faço.
Estilo musical: pop rock anos 80, principalmente.
Um lugar: o pátio da casa dos meus pais, onde passei minha infância.
Deixe uma mensagem aos leitores do jornal: Seja honesto consigo mesmo, amando a pessoa que está ao seu lado de uma forma verdadeira. Assim a felicidade será plena.

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