Polícia

Casos Zambelli e Lidiana seguem sem solução

Dois dos crimes de maior repercus­são em Taquara seguem sem autoria definida pela Polícia Civil. É o caso da morte

Dois dos crimes de maior repercus­são em Taquara seguem sem autoria definida pela Polícia Civil. É o caso da morte da estudante de pedagogia Lidiana Correa, assassinada dentro do Café Taquara, na rua Tristão Monteiro, no dia 4 de novembro do ano passado. A falta de testemunhas impediu que a Polícia tivesse qualquer avanço mais concreto na investigação. Os policiais se deparam com a mesma dificuldade na apuração da morte do empresário Maurício Zambelli, em fevereiro deste ano.

Segundo o delegado Luiz Carlos Aguiar de Abreu, a investigação do assassinato de Lidiana Correa não avançou em função de que não há, até agora, uma prova testemunhal convin­cente que aponte um possível suspei­to. O delegado ponderou que a Polícia Civil dispõe de material que poderia ser submetido a exame de DNA, como uma corrente que foi apreendida no lo­cal do crime. Contudo, até agora não se chegou a um suspeito para que os restos de pele pudessem ser confronta­dos. A apuração, porém, continua sen­do realizada, com o interrogatório de pessoas investigadas, como foi o caso na última sexta-feira.

Já no caso Zambelli as testemunhas do crime, que são a esposa do empre­sário e a filha, não têm condições de descrever os suspeitos, uma vez que não conseguiram vê-los direito. A Polí­cia Civil também possui material para confronto, como uma arma que foi apreendida no local. O delegado tra­balha na investigação com a hipótese de latrocínio (roubo seguido de mor­te), tendo em vista que a arma de pro­priedade do empresário taquarense foi roubada. Desde o crime, segundo Luiz Carlos, nenhum fato novo foi registra­do. Um carro suspeito de participação no caso foi encontrado abandonado num local de desova no município de Gravataí, mas a Polícia não conseguiu avançar sobre nenhum suspeito que es­tivesse tripulando este veículo.

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