
A diretora do Centro Sinodal de Ensino Médio Dorothéa Schäfke, de Taquara, Simone Weber, compartilhou suas expectativas e desafios para o ano de 2025. Entre as prioridades da instituição, está o fortalecimento da reputação da escola, por meio da divulgação das experiências pedagógicas diferenciadas, além do aumento do envolvimento da comunidade escolar e da melhoria da infraestrutura. A gestão financeira equilibrada também se apresenta como um fator essencial para manter a qualidade educacional.

Quanto aos desafios para o setor educacional, Simone destaca a necessidade de equilibrar a inovação tecnológica com a formação docente, bem como enfrentar questões relacionadas à saúde mental dos estudantes. Além disso, a equidade e a inclusão se mantêm como temas centrais, juntamente com a dificuldade de retenção de professores, em um contexto de desvalorização da profissão.
Para 2025, a escola pretende reforçar seus diferenciais, como o ensino bilíngue, o letramento digital e a valorização das artes visuais, cênicas e musicais, além de aprimorar o acolhimento aos estudantes.
Ao avaliar o cenário econômico e comercial do Vale do Paranhana, a diretora mencionou a projeção do Sindilojas de um crescimento de 2% no comércio regional e destacou o otimismo do setor calçadista, que segue como principal motor da economia local.
Entre as oportunidades para o desenvolvimento da região, Simone Weber aponta o potencial do turismo religioso, cultural, ecológico e de aventura, além dos investimentos na produção calçadista voltada para exportação e na valorização da agricultura familiar. O incentivo à inovação e tecnologia, com o suporte da incubadora de negócios da Faccat, também foi citado, assim como a necessidade de promover a sustentabilidade, com iniciativas voltadas à preservação ambiental e ao desenvolvimento de negócios verdes.
Por fim, a diretora deixou uma mensagem de incentivo à comunidade e aos empreendedores locais, ressaltando a força da região e a importância da união para o crescimento econômico e social. “O convite é para ‘arregaçar as mangas’”, concluiu.

