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Esta postagem foi publicada em 4 de fevereiro de 2011 e está arquivada em Colunas, Perfil.

Cláudio Silva

Cláudio Silva, 33 anos, natural de Erval Seco, é casado com Viviane Cristina Lopes da Silva (25), com quem tem um filho: Artur Gabriel da Silva, de seis meses. Acadêmico de Psicologia da Faccat, é diretor presidente da Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas Portadoras de Deficiência e Pessoas Portadoras de Altas Habilidades (Faders).

Conte-nos sobre sua trajetória profissional.
Iniciei minha trajetória profissional aos 14 anos, numa empresa de calçados. Depois fui vendedor e representante comercial de materiais gráficos e produtos alimentícios. Em 1997 fui eleito jovem liberado diocesano em Novo Hamburgo, função remunerada dentro da igreja católica, de atuação em 44 paróquias de 23 municípios. Durante o mandato de dois anos, tive grande aprendizado. Em seguida fui convidado para atuar na Cáritas, onde permaneci até o ano de 2001, quando fui eleito conselheiro tutelar em Parobé. Já em 2004 entrei para a Câmara de Vereadores como o vereador mais jovem do município. Quatro anos mais tarde, em 2008, fui reeleito vereador e hoje ocupo a função de diretor presidente da Faders.

Ao que você atribui a indicação para um cargo no governo estadual?
Acredito que minha trajetória profissional foi algo importante, somando-se a isso a boa votação que fiz na eleição para deputado estadual e à tendência interna do partido, através do Movimento PT, do qual também faz parte a ministra Maria do Rosário. Também dá para se fazer uma avaliação baseada na importância de haver uma representação da região no Estado, devido à votação feita pelo governador Tarso Genro no Vale do Paranhana.

O que representa para você ser diretor-presidente da Faders?
Atuar na área de pessoas com deficiência me faz sentir constantemente desafiado, pois minha militância sempre foi baseada na criança e no adolescente. Contudo, ambas as áreas envolvem direitos humanos, e isso faz com que eu compreenda cada vez mais esse campo novo e amplo. Isso porque não se trata de simplesmente criar novos espaços de acessibilidade, mas através de políticas modernas oportunizar com que os locais sejam comuns a todos. Dessa forma, a sociedade deve se adaptar para que possamos conviver em harmonia.

Cite suas principais características pessoais.
Sou uma pessoa bastante determinada. Tento ao máximo ser mais democrático e dialógico possível e exercer a humildade, pois acho a arrogância muito cruel. Gosto muito das relações interpessoais, de observar o comportamento e as reações das pessoas e que as coisas sejam feitas de forma correta, com sua devida funcionalidade.

O que você gosta de fazer a título de lazer?
Gosto de ir à praia, a lugares calmos, passear ao ar livre e sentar num gramado para tomar chimarrão.

O que o tira do sério: injustiça.

Como conheceu sua esposa e o que mais admira nela?
Nos conhecemos no tempo em que ela trabalhava no Sine. Ela chegou a ser secretária do Conselho Tutelar de Parobé, mas foi depois de um encontro estadual do Partido dos Trabalhadores, em Santa Maria, que começamos a namorar. Ela é uma pessoa fantástica, guerreira, trabalhadora e parceira. São as qualidades que mais admiro nela.

O que mais o preocupa em ensinar ao seu filho?
Um filho é uma luz, pois muda o sentido da vida da gente. Me preocupo com que ele seja um ser humano bom e que tenha consigo o espírito de solidariedade.

Quais são seus planos para o futuro?
Ter êxito na política e que o PT possa administrar a Prefeitura de Parobé em 2012. Além disso, pretendo concluir minha faculdade.

Pratos prediletos: churrasco e maionese.

Uma mania: estar sempre grudado com o telefone.

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