“Então algumas pessoas trouxeram um paralítico deitado numa cama. Jesus viu que eles tinham fé e disse ao paralítico: – Coragem, meu filho. Os seus pecados estão perdoador” (Mateus 9.2).
Em Cafarnaum, um deficiente físico é trazido a Jesus por algumas pessoas. Jesus, vendo a fé dessas pessoas, perdoa os pecados do deficiente. Professores da Lei ficam indignados com isso. Para eles, só Deus tem autoridade para perdoar pecados. Para mostrar-lhes que ele tem poder para tanto, Jesus cura também a deficiência física. Diante disso, o povo fica com medo e louva a Deus.
A Bíblia nos fala de um preconceito da época: a deficiência é castigo de Deus por pecados cometidos pela pessoa ou algum de seus antepassados. Como pecador declarado, o portador de deficiência era excluído do convívio comunitário. Algumas pessoas consideram este princípio discriminador. Por isso se solidarizam com ele e o trazem até Jesus. Isto é sinal de uma fé que inclui na comunidade pessoas consideradas pecadoras. As palavras “coragem meu filho, os seus pecados estão perdoados” expressam aceitação, ânimo e carinho e são uma afronta para os representantes da religião oficial de então. Para evidenciar ainda mais a sua proposta de inclusão, Jesus cura. Agora aquele homem pode participar da comunidade religiosa.
É animador quando temos nas comunidades pessoas que ajudam a carregar a dor dos outros, que sabem ser solidárias no sofrimento e que são um sinal vivo do Cristo que acolhe e aceita pessoas. Esta atitude torna-se, assim, expressão do estímulo dado por Jesus ao portador de deficiência: “Coragem, meu filho, os seus pecados estão perdoados”. Amém.
Pastor Valmor Haag
PROGRAMAÇÕES:
24-26/08: 37º. ENCORE (Encontro Nacional de Conjuntos Instrumentais da Rede Sinodal de Educação) nas dependências do Dorothea. Abertura oficial sexta, às 19h30min. Término: domingo ao meio dia.
Sábado, 25/08: Culto no Lar OASE, às 15 horas, com Ceia;
Domingo, 26: Culto de encerramento do ENCORE no Ginásio do Dorothea, às 9 horas


