A decisão foi tomada ontem, após parecer emitido pelo Ministério Público. A medida revê o veto ao uso da internet na campanha eleitoral, o que provocou polêmica que teve inclusive repercussão estadual. Segundo o presidente do Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente, Flávio Vinck, prevaleceu o entendimento de que não há meios para impedir que a comunidade utilize a internet para manifestações sobre a eleição do Conselho Tutelar. Vinck ressaltou que a mudança de posição foi tomada após o recebimento de um parecer com nova orientação por parte do Ministério Público. O presidente do Comdica reiterou que os candidatos, porém, seguem impedidos de utilizar a internet para a campanha.


