Sem utilização desde a metade do mês de abril, o prédio da Associação de Proteção à Maternidade e à Infância (Apromin) em Taquara terá nova finalidade: em vez do abrigamento de crianças e adolescentes, passará a funcionar como uma comunidade terapêutica. O anúncio foi feito nesta semana pela direção da entidade, que também fez uma prestação de contas sobre o patrimônio da Apromin.
Na quarta-feira, o presidente da entidade assistencial, Luiz Carlos Valentini, e a vice-presidente, Michele Biason, concederam entrevista ao Panorama, junto com o administrador da Comunidade Terapêutica Criar Vitória, de Parobé, Adilson Rodrigues (foto). Na ocasião, anunciaram a decisão da diretoria de formalizar um contrato de comodato onerado com o Criar Vitória, que instalará no prédio onde funcionava a Apromin uma comunidade terapêutica para tratamento de dependentes químicos a partir de 2012.
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