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Crise internacional pode não ter atingido movimento do comércio

Os reflexos da crise financeira internacional parecem não ter alcançado o setor comercial do Vale do Paranhana nesta virada de

Os reflexos da crise financeira internacional parecem não ter alcançado o setor comercial do Vale do Paranhana nesta virada de ano.
Questionados sobre as vendas de final de ano, gerentes e proprietários de lojas instaladas na região ressaltaram que a reação de baixa não teve grande influência na região. “A crise não ultrapassou a telinha dos telejornais”, avaliou João Spalding, proprietário das lojas Kamajo de Taquara e Parobé. Na visão do lojista, o balaço geral de 2008 foi positivo, pois não houveram quedas nas vendas.
A proprietária da RedeLar Rolante e Riozinho, Mara Schierholt, por sua vez, também abordou o contexto da crise internacional. “Falando de 2008 como um todo, mesmo com a mídia dizendo para o consumidor não gastar, minha avaliação é produtiva e positiva”, destaca. A mudança, todavia, foi sentida no ato do pagamento. “Notamos muita compra à vista”, revelou Mara, ressaltando que esse tipo de venda representou 60% das negociações da RedeLar.

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