Geral

CTG O Fogão Gaúcho projeta sede campestre e celebra nova fase após reforma da sede social

Entidade planeja transformar área no Rio da Ilha em complexo voltado ao tradicionalismo, turismo e sustentabilidade, enquanto comemora a boa receptividade da comunidade à sede revitalizada.
Sede social foi reinaugurada em maio. Foto: Arquivo / Rádio Taquara

O CTG O Fogão Gaúcho vive um novo momento após a reforma e reinauguração de sua sede social realizada em maio. Segundo o patrão Auro Sander, a entidade tem recebido avaliações positivas da comunidade e de visitantes, ao mesmo tempo em que avança no planejamento de uma futura sede campestre, que deverá ser implantada na localidade de Rio da Ilha.

Conforme o dirigente, a revitalização da sede social ainda passa por intervenções na estrutura voltada para a Rua General Frota. O espaço abrigará a sede da 22ª Região Tradicionalista, salas para as invernadas artísticas e um auditório com capacidade para cerca de 150 pessoas, destinado a ensaios, reuniões e atividades culturais. Também está em estudo a definição do local onde ficará o Museu Antônio Aguiar, que reúne peças da história do CTG e do Rio Grande do Sul.

Auro Sander afirmou que a receptividade à nova estrutura tem sido positiva. De acordo com ele, músicos e participantes dos primeiros eventos realizados no local destacaram a qualidade das instalações e da acomodação oferecida pela entidade. O patrão atribuiu a transformação à venda de parte da antiga área do CTG para a instalação da Havan, negociação que possibilitou os investimentos na reforma da sede social.

Sobre a área que permaneceu sob propriedade do CTG junto à unidade da empresa Havan, na ERS-115, Auro Sander explicou que a entidade ainda possui cerca de 1,4 hectare na parte frontal do terreno, além de outros 8,2 hectares nos fundos. Segundo ele, a intenção inicial era implantar uma sede campestre no local, mas o desenvolvimento comercial da região inviabilizou esse projeto. Atualmente, o CTG mantém negociações com empresas dos setores de comércio e hotelaria visando à venda da área remanescente. Os recursos deverão ser destinados à implantação da nova sede campestre em Rio da Ilha.

A entidade já adquiriu uma área de 54 hectares na localidade de Rio da Ilha, onde projeta construir um parque de rodeios, cancha de laço e um complexo voltado ao turismo e à sustentabilidade. Conforme Auro Sander, o objetivo é criar um espaço que, além de atender às atividades tradicionalistas, possa gerar novas fontes de receita e contribuir para a manutenção da entidade no futuro.

O patrão destacou que a iniciativa busca garantir a sustentabilidade financeira do CTG a longo prazo. Conforme ele, a receita proveniente do quadro social já não é suficiente para custear toda a estrutura da entidade, tornando necessária a busca por novas alternativas para assegurar a continuidade das atividades culturais e tradicionalistas.