Muitos jovens da região destinam centenas de gigabytes de seus computadores para guardar coleções de animes (desenhos animados japoneses) e mangás (revistas em quadrinhos orientais) digitais. Além de, claro, terem um espaço reservado em seus quartos para armazenar todas as revistas e outros itens da cultura oriental. Nesta semana, Panorama busca mostrar mais sobre os que apreciam os trabalhos dos japoneses e dedicam horas semanais às histórias fantasiosas.
O termo “anime” se refere a qualquer animação ou desenho produzido no Japão e os “mangás” são as revistas em quadrinhos nipônicos. “Comecei a me interessar por animes quando eles ainda eram chamados popularmente aqui de ‘desenhos com olhos grandes’, assistindo Kimba, Patrulha Estelar, Piratas do Espaço. Hoje, tenho mais de cinco mil quadrinhos em casa, 300 gigabytes de mangás e 1024 de animes em meu computador”, contou o taquarense André Luciano Maria, de 36 anos.
No Japão, são produzidos animes com conteúdos variados, dentro de todos os gêneros possíveis, como comédia, terror, drama e ficção científica, por exemplo. “O mais interessante dos animes, e o que os difere para os demais desenhos, é que cada um deles conta uma história diferente e com sentido”, afirmou Diego Vanoni, de 24 anos.
Confira a matéria especial, que tem mais informações sobre a cultura oriental e seus fãs, na edição impressa do Panorama de 20 de dezembro. Nas bancas!


