QUANDO SURGIU A IDEIA DE SEGUIR CARREIRA POLÍTICA?
Surgiu um ano antes das eleições de 2012. Por influência de um amigo da família, eu e meu irmão nos filiamos, e decidi concorrer.
QUAL A RESPONSABILIDADE EM SER O POLÍTICO MAIS JOVEM ELEITO EM PAROBÉ?
A responsabilidade é por fazer um bom trabalho e continuar o que já havia sido feito pelo meu antecessor, mas também renovar e colocar ideias novas na Câmara.
SER NOVO É UM DESAFIO PARA ENCARAR UM CARGO COMO O DE VEREADOR? POR QUÊ?
Sempre é um desafio. Se a comunidade quis assim, e agora os colegas vereadores também me escolheram como presidente, eu irei tentar me capacitar mais e dar o melhor. Estou sempre aprendendo. Nunca sabemos tudo.
DEPOIS DE UM ANO COMO VEREADOR, O QUE VOCÊ PERCEBEU DE MAIS FANTÁSTICO NA POLÍTICA?
Percebi que é possível, como vereador, conseguir ajudar a tua comunidade, através da representatividade e da força política que tu tens para representar uma necessidade perante o Executivo.
E O QUE PERCEBEU SER O PIOR?
Falta de ideologia de alguns políticos.
O QUE MUDARIA NA POLÍTICA MUNICIPAL?
Eu estou aqui para fiscalizar o prefeito. Nós fazemos parte de um poder que funciona para fiscalizar, e trabalhar com ele em sintonia. Gostaria que as pessoas vivessem para a política e não da política.
O QUE VOCÊ ACHA QUE PRECISA FAZER DE MELHOR AGORA QUE É PRESIDENTE DA CÂMARA?
Continuar cuidando do dinheiro público, melhorar a estrutura administrativa da Câmara, qualificar os vereadores e os funcionários. Mas tudo de uma forma econômica, respeitando o princípio da economicidade. Queremos trabalhar com a questão da acessibilidade, com a implantação de um elevador até o plenário e a presença de uma tradutora de línguas de sinais para pessoas que possuem deficiência auditiva.
UM SONHO PRÓPRIO:
O meu sonho é que todos os políticos fossem honestos e que eles tornassem-se os ídolos do nosso país, e não os jogadores de futebol ou atores de novelas. Mas, também, cabe aos políticos mudar a visão negativa que a população tem deles.
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