Cultura e Lazer

Django y Los Basterds: versões descontraídas do lado B do rock

Com um nome que remete aos filmes do cultuado cineasta americano Quentim Tarantino, a banda Django y Los Basterds apresenta

Com um nome que remete aos filmes do cultuado cineasta americano Quentim Tarantino, a banda Django y Los Basterds apresenta em seus shows pela região apenas covers do rock nacional e internacional, com repertório que privilegia versões de Ziggy Stardust, de David Bowie e Live Forever, do Oasis. O vocalista Marat Vágner disse que os integrantes optaram em disponibilizar músicas do universo conhecido majoritariamente como lado B do rock para o cidadão leigo no assunto.

Questionado sobre a ideia de formar uma banda que só toca covers, Marat respondeu que a Django y Los Basterds optou por fazer primeiro um conceito do que seria a banda. “Acreditamos que o apelo visual conta muito. Por isso o uso até bem pouco tempo de camisas de futebol anos 70 e outras peças que, conceitualmente, se encaixavam no padrão Basterd, que é uma piada interna. A união desse visual irônico com músicas tocadas de um jeito punk foi determinante para o projeto Django ser considerado uma ideia única”, revelou.

A trajetória da Django, que no dia 15 de setembro estará se apresentando no 2° Casa do Rock Festival, rendeu um breve relato do tresloucado vocalista. “A banda começou em 2005, terminou em 2006 e voltou em 2010, e, hoje, conta com os demais integrantes: Rômulo Carniel (baixista), Felipe Willrich (guitarrista), André Amaral (guitarrista) e Marcelo Jaeger (baterista). Tocamos basicamente músicas das décadas de 70 e 80, principalmente do rock brasileiro. Estamos sempre escutando muitas coisas variadas e vendo como podemos introduzir estilos tão distintos em nosso repertório. Temos nossas versões para músicas de Talking Heads, Lobão, Michael Jackson, Titãs, Fausto Fawcett, Buzzcocks, Ramones e Legião Urbana”, relatou.

Respondendo sobre a comparação entre a Django e outro grupo conhecido de covers, Os Formigos, o vocalista rebateu. “Estamos bem longe de sermos uns Formigos, visto que somos irônicos, não necessariamente comediantes. A Django está mais próxima de ser um Iggy Pop and The Stooges, só que tocando covers. O repertório e o desempenho são livres, quase toscos, como se fosse um ensaio ao vivo. Mas ao mesmo tempo é algo que levamos a sério. Apesar do visual, que acabamos adaptando para deixar o show mais popular, não há teatralização em palco.

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