
Mais conhecida como Dudinha, Maria Eduarda Vianna Correia completou 14 anos no dia 16 de novembro. Além do amor incondicional que sentem por sua filha, o que Denise Silva Vianna e Fábio Júnior dos Santos Correia mais desejam é arrecadar todo o valor necessário para a cirurgia que poderá salvar a vida de sua filha.
Moradora da localidade do Morro Negro, interior de Taquara, Dudinha sofre com as sequelas da Síndrome de Cornélia de Lange. Também denominada como Síndrome de Brachmann de Lange ou Nanismo de Amsterdam, a síndrome está ligada a mutações espontâneas, como atraso no crescimento e no desenvolvimento da criança, além de anomalias e deformidades ósseas.
Desde que a doença foi descoberta, em 2010, por uma equipe do Hospital de Clínicas, em Porto Alegre, a adolescente precisa tomar medicamento controlado, além de realizar acompanhamento com fisioterapeuta para tentar estabilizar a coluna.
Em fevereiro de 2017, Dudinha recebeu o diagnóstico de escoliose tridimensional, que deixa a curvatura da coluna em S, provocando dificuldade motora e modificação na caixa torácica, comprimindo os órgãos e agravando ainda mais a situação da moradora de Taquara.
Dudinha está desde 2019 na fila do Sistema Único de Saúde (SUS), aguardando para realizar a sua cirurgia, mas o avanço da doença tem preocupado seus pais, pois provoca uma série de comprometimentos físicos, cognitivos e neurológicos.
De acordo com Denise, o orçamento inicial para realizar a cirurgia acabou dobrando de valor, já que os médicos constataram que Dudinha também precisará utilizar um halo craniano, aparelho fixado ao crânio, utilizado para corrigir deformidades rígidas da coluna vertebral.
“O último orçamento feito pelo Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, único hospital que aceitou realizar o procedimento, por causa da idade da Dudinha e pelo uso do halo craniano, nos passou o valor de R$ 400 mil. Mas isso foi em agosto deste ano”, conta a mãe da Dudinha.

Além da cirurgia em si, a família da adolescente também terá que arcar com custos de colete especial, sessões de fisioterapia pós-operatória, entre outros gastos. E, claro, muitas viagens de idas e vindas ao hospital, em Porto Alegre.
Solidários com a causa da Dudinha, familiares e amigos da dona de casa e do motorista estão ajudando o casal a promover uma série de ações, como a realização de galetos, distribuição de caixinhas de troco solidário no comércio local, rifas, entre outras.
Quem quiser contribuir, com qualquer valor, poderá ainda enviar um Pix solidário, fazendo o depósito com a chave 01631849093 (CPF), em nome de Denise Silva Vianna, no Banco do Brasil. E quem tiver interesse de conversar com a família da Dudinha, e combinar outras formas de auxiliar no tratamento da adolescente, pode entrar em contato pelo telefone (51) 98541-1791, e falar com Denise.


