Colunas E a família, como vai?
Esta postagem foi publicada em 15 de outubro de 2010 e está arquivada em Colunas, E a família, como vai?.

Aos casais

Atendendo a alguns pedidos, esta coluna será direcionada aos casais, com algumas dicas simples, mas que podem fazer a diferença nos relacionamentos conjugais.
Estamos vendo o salto profissional das mulheres. Elas estão crescendo e se permitindo uma escalada profissional, tendo que dar conta de muitas tarefas. Além da ocupação no trabalho, geralmente ainda têm o cuidado com a casa, sendo pessoalmente ou administrando uma empregada. Também à mulher é delegado o cuidado dos filhos e, financeiramente, percebemos que o salário dela se faz necessário em muitos lares.
Com essa grande responsabilidade das mulheres, temos passado uma mensagem de superioridade ou, talvez, de independência. Muitas vezes, deixamos os maridos em segundo plano, mas acredito que a leitura dessa mensagem de superioridade é equivocada. QUEREMOS SER CUIDADAS!
Onde estão os homens? Bem, me parece que, simplesmente observando o crescimento das mulheres, eles se calaram, silenciaram, estão acuados. Não se posicionam mais, não cuidam das mulheres, e tudo que elas querem é ser cuidadas. Queremos ser conquistadas; somos, sim, carentes; queremos, sim, alguém que se coloque ao nosso lado; queremos nos sentir protegidas. Na área afetiva, sempre seremos limitadas.
Outro fator importante no qual precisamos pensar é a comunicação dos casais, que praticamente não existe. A cada dia, aparece uma novidade da mídia para roubar o nosso tempo de conversa. Que tal um chimarrão com televisão desligada ou simplesmente sentar debaixo de uma árvore e conversar?
Um último ponto que vou sugerir hoje é a saidinha a dois, deixando os filhos um pouquinho e focando o olhar um no outro. E não me diga que você não sai por não ter dinheiro, pode ser um pastel com refrigerante, mas tome a iniciativa, faça o convite. Saia da rotina!
Observação: Na última coluna, escrevi, pedindo ao Conselho Tutelar que ajudasse os pais a cuidar os adolescentes no que diz respeito à lei que proíbe vender bebida alcoólica a menores. Pessoas motivadas a cuidar dos adolescentes me pediram que escrevesse para pedir também atenção especial aos locais que fazem festas noturnas, os quais são bem conhecidos na nossa cidade. Estão permitindo a entrada de adolescentes de treze, quatorze anos. Fiquei assustada. Acho que é o caso de um olhar mais acurado das nossas autoridades.
Quero compartilhar com os amigos que vou ser vovó: estou muito feliz!
Você já abraçou o seu filho hoje? Ainda há tempo?

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