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Escola Rosa Elsa se destaca com os melhores resultados municipais no IDEB

A palavra-chave da Escola Rosa Elsa Mer­tins, do bairro Santa Rosa, em Taquara, é parceria. Através da cooperação de professo­res,

A palavra-chave da Escola Rosa Elsa Mer­tins, do bairro Santa Rosa, em Taquara, é parceria. Através da cooperação de professo­res, supervisão pedagó­gica, direção, pais e alunos, a equi­pe vem conseguindo bons resultados no aprendizado dos estudantes. A prova disto é a boa pontuação no Índice de Desenvolvi­mento da Educação Básica (IDEB), divulgado recen­temente. O educandário conquistou as melhores notas, em nível municipal, nos anos iniciais e finais do ensino fundamental.

Conforme as informações do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Edu­cacionais Anísio Teixeira (Inep), o Rosa Elsa atingiu nota 5,9 no quinto ano, quando a meta era de 5,5. Em relação ao nono ano, o educandário ficou com nota 5,6, dois pontos su­periores à meta de 4,6. O observado é maior do que o projetado para 2021, quando se espera nota de 5,4 da escola.

Para a diretora do Rosa, Mara Antonia Salomé, foi uma grata surpresa a constatação dos bons re­sultados alcançados pelo educandário. “Vimos que todas as tentativas por buscar sanar as dificulda­des dos alunos valeram a pena”, salienta, lembran­do do trabalho incessan­te. A dedicação dos pro­fessores em sala de aula demonstra, para Salomé, o comprometimento com o ensino. “Todos vestimos a camisa e fazemos suar”, brinca.

Os 50 educadores contam com o acompanhamento da supervisão pedagó­gica, que auxilia com as dificuldades encontradas durante a realização das atividades. A supervisora pedagógica dos anos ini­ciais, Patrícia Souza, lem­bra que um dos métodos usados pela escola é esti­mular os alunos a desen­volver o raciocínio e in­terpretação de diferentes gêneros textuais.

A supervisora pedagógica dos anos finais, Keile Kon­zen, explica que o atendi­mento aos professores é feito individualmente e em reuniões, quando ocorrem trocas de ideias sobre os planejamentos. Estes es­paços são a oportunidade para que os educadores externem dúvidas, sen­timentos ou dificuldades encontradas durante a aplicação do plano de en­sino. “O grupo começou a perceber que, para ter resultado positivo, é ne­cessário inovar, rever a didática, ouvir os alunos”, destacou.

Os pais ou responsáveis também são convidados a colaborar com o melho­ramento do resultado dos filhos na escola. Através de chamamentos, eles ajudam a identificar difi­culdades e encontrar so­luções para os estudantes. Há também os encami­nhamentos para o Aten­dimento Especializado da Sala de Recursos Multi­funcionais. Em turmas de aula, os próprios estudantes se ajudam nos grupos de es­tudos, auxiliando uns aos outros. “Jamais se engessa as notas, mas buscamos as capacidades dos alunos”, complementou Keile.

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