Perfil

Eliane Teresinha Thomaz

Eliane Teresinha Thomaz, 52 anos, natural de Taquara. É casada com Paulo Ricardo Thomaz (54), com quem tem dois filhos:

Eliane Teresinha Thomaz, 52 anos, natural de Taquara. É casada com Paulo Ricardo Thomaz (54), com quem tem dois filhos: Guilherme Thomaz (26) e Natália Thomaz (23). Formada em Relações Públicas pela Feevale e pós-graduada em Estudos Sociais e Ciências da Religião pela Unilasalle, é secretária de Assistência Social em Taquara.

Conte-nos sobre sua trajetória profissional.
Lecionei muitos anos no Colégio Santa Teresinha, do qual guardo um grande carinho por ter sido ex-aluna e também por meus filhos terem estudado lá. Também fiz concurso para professora no município e, pela minha formação, trabalhei na Casa de Cultura até o ano de 2000, quando, em sua primeira gestão, o prefeito Délcio (Hugentobler) e a vice-prefeita Eva (Philereno) me convidaram para ser chefe de gabinete desta. Depois, na mesma Administração, fui secretária de Cultura. Na segunda gestão do Délcio, retornei como chefe de gabinete do prefeito e, agora, ocupo o cargo de secretária da Assistência Social.

Fale sobre a atuação na gestão pública.
A gestão pública é uma experiência muito importante e de muito crescimento, pois me levou a estudar cada vez mais. Um cargo no setor público hoje exige que se tenha o devido conhecimento e estudo frente às implicações e responsabilidades, que são muito grandes.

Como é trabalhar na Assistência Social nesta época de fim de ano?
Em relação aos usuários, o trabalho é algo bastante angustiante, pois nem sempre conseguimos resolver tudo o que chega. Contudo, todos os períodos são sempre difíceis, pois não temos uma fórmula pronta. As pessoas ainda não têm a visão da política da Assistência Social, que agora é diferente do assistencialismo, da simples entrega de alguma coisa. Trata-se de benefícios, encaminhamentos e muito mais do que isso, de gerar renda e estabelecer vínculos através dos programas oferecidos, como o Centro de Referência da Assistência Social (Cras), Centro de Referência Especializado da Assistência Social (Creas) e o Sistema Único de Assistência Social (Suas).

Quais são suas principais características pessoais?
Sou uma pessoa calma e, ao mesmo tempo, intolerante com o descaso, com a má vontade e com a incapacidade.

O que vocês gosta de fazer em suas horas vagas?
As horas vagas são raras, mas, em primeiro lugar, vem a família, que é meu eixo de vida. Quando sobra um tempinho, também me dedico à leitura.

O que a tira do sério?
A preguiça e a falsidade.

Como conheceu seu marido e o que mais admira nele?

Nos conhecemos num réveillon e nesta semana fizemos 30 anos de casados. O que mais admiro nele é o caráter e a honestidade. Ele é um parceiro para tudo.

Com o que mais se preocupou em ensinar aos filhos?
Sempre passei aqueles valores de família, da importância da relação de pais e filhos. Hoje, eles são praticamente independentes, mas minha preocupação é a de que trilhem sempre o caminho do bem, indiferente de sua profissão, e lutem com honestidade para serem pessoas felizes.

Quais são seus planos para o futuro?
Estou chegando perto da minha aposentadoria, mas penso em continuar algum serviço que me dê prazer, num horário mais flexível. Também quero continuar curtindo minha família, meus filhos, meu marido e, principalmente, a minha mãe, pois considero muito importante ficar mais tempo com ela.

Estilo musical: rock.

Prato predileto: lasanha.

Uma mania: manter uma organização.

Uma habilidade: com trabalhos manuais.

Um lugar: minha casa.

Mensagem aos leitores do jornal:
As pessoas deveriam ter uma visão capaz de captar as diferenças sociais, procurando tratar o outro como gostariam de ser tratadas. Dessa forma, a busca da felicidade seria mais fácil, pois o caminho é a conquista do saber viajar dentro do seu eu.

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