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Entre o céu e o inferno de cada dia

Na terceira parte da série de reportagens sobre a epidemia do crack em Taquara (foto), Panorama mostra a luta dos

Na terceira parte da série de reportagens sobre a epidemia do crack em Taquara (foto), Panorama mostra a luta dos dependentes e o trabalho do Instituto Fênix, comunidade terapêutica instalada no município.
A matéria traz o relato de “William” (nome fictício), jovem de 19 anos, ex-interno da clínica taquarense. Sem imaginar que o crack seria sua ponte diária para o Éden – com estadia de 12 segundos e retorno com escala no inferno –, o rapaz teve seu primeiro contato com a droga aos 15. “Ainda nem saía à noite”, contou à reportagem do Panorama. “Naquele tempo, a única coisa errada que fazia era matar aulas para jogar video-game”, avaliou. Por influência de amigos, as pedras rolaram em direção à vida do então estudante, sem que ele sequer conhecesse os efeitos e conseqüências devastadoras da substância psicoativa no organismo.
A matéria traz ainda histórias do menino de origem humilde, que, em meio à fissura pela droga, cometeu assaltos e roubos para conseguir dinheiro. Saiba como foi o processo do rapaz para tornar-se abstêmio, e como ele conseguiu driblar o vício para hoje levar uma vida digna, longe da realidade dos toxicômanos dependentes de crack

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