Esportes

Escolinha de Futsal Força e Luz completou 17 anos de atividades

Com seu estatuto criado no dia 15 de junho de 1996, a Escolinha de Futsal Amador Força e Luz conta

Com seu estatuto criado no dia 15 de junho de 1996, a Escolinha de Futsal Amador Força e Luz conta com cerca de 130 alunos. Atendendo crianças do bairro Santa Teresinha, com idades entre oito e 18 anos, a associação presidida por Luís Carlos Winckler treina nas categorias Fraldinha, Pré-Mirim, Mirim, Infantil e Infanto-Juvenil.
De acordo com o presidente, mais conhecido por “Lui”, os treinos acontecem todos os dias, iniciando às 18 horas e prosseguindo até as 20 horas, no ginásio do Parque do Trabalhador (Titão), que é cedido pela administração através da Diretoria de Esportes. “Sempre atuamos no Ginásio Tancredo Neves, mas como ficou inviável devido aos problemas com goteiras, a prefeitura nos cedeu o Ginásio do Parque. Com o deslocamento, cerca de 30 crianças deixam de comparecer aos treinos em decorrência da distância. As reformas feitas no ginásio Tancredo Neves ficaram ótimas. Mas, infelizmente, não solucionaram o problema das goteiras”, disse.
De acordo com Lui, que está cumprindo o segundo mandato, sua ligação com a associação começou por volta de 1997, quando foi convidado para ser o responsável pelo ginásio do Titão, local em que eram realizados os treinos. “Desde então, sempre fui vinculado à escolinha, que aceita crianças com oito anos ou mais. É só trazer a chuteira. O fardamento é por conta do Força e Luz, que já cedeu atletas para as equipes do Flamengo, Lajeadense e Juventude”, explicou.
No último ano a categoria Fraldinha sagrou-se campeã da Copa Cidade de São Leopoldo de Futsal. Segundo Lui, a equipe se destacou ainda como a defesa menos vazada e também contou com o goleador da competição, o atleta Tales Patrick Borges Braga, de 10 anos. “O Tales é um jogador muito diferenciado, que já está atuando na categoria Mirim e tem um belo futuro no esporte”, destacou.
Lui afirmou que seu envolvimento com o esporte se tornou um hábito, desde o tempo em que atuava pela equipe de futsal do Fantasma, que, segundo ele, travou grandes disputas com seu maior rival, a equipe do GEU. “Quando perguntam o que ganho com as atividades da escolinha, costumo responder que é a satisfação estampada no rosto de cada criança”, ponderou.

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