
O número recorde negativo surge em um ano marcado pela pandemia do Covid-19, mas que resgata o nome de uma doença já conhecida e que neste momento registra recorde de mortes no Rio Grande do Sul. A Dengue, transportada pelo mosquito Aedes aegypti já está em mais de 3.500 casos confirmados no Estado, segundo o boletim epidemiológico da Secretaria Estadual da Saúde (SES), divulgado em setembro.
Além do alto número de casos, os óbitos também já alcançaram números maiores em relação aos últimos 10 anos. Foram seis mortes causadas pela Dengue, sendo nos municípios de Santo Ângelo (2), Venâncio Aires (1) e Santo Cristo (3).
O combate ao Aedes aegypt, vilão número 1 depende do esforço coletivo. Controlar a proliferação deste inseto é a principal medida para impedir as infestações e a crescente no número de casos.
Veja alguns cuidados que devem ser seguidos:
– Mantenha caixas d’água, latões de lixo e outros recipientes fechados com tampa;
– Limpe calhas, valetas e demais estruturas que possam acumular água;
– Remova pneus, garrafas e outros entulhos de seu pátio;
– Evite o acúmulo de água nos pratinhos dos vasos de plantas;
– Caso haja focos de mosquito nos arredores – em uma área pública ou num terreno baldio abandonado –, acione a Defesa Civil ou a prefeitura de sua cidade.
Em paralelo a essas precauções, é recomendado o serviço de dedetização, procedimento que cria uma barreira protetora e elimina infestações já existentes, ou de forma preventiva, evitando que novas pragas se instalem no local.
No Rio Grande do Sul, a Imunizadora Hoffmann vem realizando este trabalho há mais de 30 anos, em residências e empresas e utilizando domissanitários autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), produtos biodegradáveis e não agridem o meio ambiente. Por isso, além de todos os cuidados que você vai realizar em seu ambiente, é muito indicado contar com uma empresa profissional.


