Conforme o Sindisaúde, entidade sindical que representa a categoria, 120 trabalhadores têm a receber cerca de 900 mil reais, referentes a três meses de salário, décimo terceiro e férias que não foram pagas pela Sociedade Hospitalar de Caridade antes de ser interditada pelo Cremers. O diretor do Sindisaúde, Edson Souza, informou à Rádio Taquara que a Justiça do Trabalho determinou a penhora de equipamentos do hospital no valor equivalente à dívida existente junto aos ex-funcionários. Ele acrescentou que, com a requisição de bens do hospital, o poder público passou a ser responsável pelo débito trabalhista. O município, no entanto, poderia solicitar recursos à União e ao Estado para fazer o pagamento. O Sindisaúde espera que o dinheiro esteja disponível até o metade do ano para se repassado aos ex-funcionários do Caridade.
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