Você nasceu em Campo Bom e hoje vive em Taquara. Como aconteceu esta mudança?
Bom, sou de Campo Bom, mas minha mãe é daqui, de Taquara. Há uns 15 anos eu vim morar para cá. No começo, trabalhei na empresa de calçados Beira Rio, na linha de produção. Permaneci ali por dois anos, e depois fui trabalhar no Sindicato do Calçado de Taquara, onde atuei por mais quatro anos e era tesoureira. Neste meio tempo, conheci o Manfrini, há dez anos, e fomos morar no Morro da Pedra, pois ele iria montar uma oficina mecânica. Acabamos gostando do lugar e ficamos por lá. Neste período também comecei a trabalhar na Colina do Sol, há oito anos, como auxiliar de escritório. Hoje sou diretora administrativa.
Como é trabalhar na Colina?
Eu gosto muito, porque é uma espécie de mundo particular. As pessoas vão lá para descansar e conviver entre si e com a natureza, e isto faz nossa rotina ser diferente do agito que normalmente existe nos outros empregos. De certa forma também é um desafio, pois é comum virem pessoas de cidades grandes e movimentadas e que se deparam com um lugar muito tranquilo ao chegar na Colina. Por isso, temos de atender bem e agradar a todos, sempre prezando pela harmonia, até porque temos mais de 80 cabanas e cerca de 60 pessoas residem lá.
E sua história com o TAC, como iniciou?
O Manfrini sempre sonhou em ser piloto e eu acompanhava essa vontade dele. Há cinco anos ele começou a correr, e eu sempre estive ao seu lado, acompanhando os preparativos, visitando os boxes, olhando as corridas. Assim, também acabei me apaixonando pelo clube, e senti a vontade de ajudar, de fazer a minha parte na realização das corridas e comecei a me envolver. Em 2013 surgiu o convite para que eu fizesse parte da diretoria, e eu aceitei. Hoje sou feliz trabalhando lá, pois sinto que estou contribuindo para que o clube mantenha firme sua trajetória de quase 30 anos e continue sempre crescendo.
Como você se define?
Me considero extrovertida, bem humorada, esforçada e companheira.
O que lhe tira do sério?Quando mentem para mim, tentando me enganar. Ou quando as pessoas são mal educadas.
O que faz em seu tempo livre? Gosto de cuidar da casa, colocar tudo em ordem. Também gosto de praticar taekondo, que é o meu hobby.
Um lugar: Sou apaixonada por Torres.
Um filme: Pode ser um gênero? Adoro filmes de terror.
Uma música: No dia em que eu saí de casa – Zezé Di Carmargo e Luciano.
Quem você tem como exemplo?
Meu pai. Acredito que herdei e aprendi com ele sobre a tranquilidade. Admiro muito ele, pela pessoa que é. Ele é o meu número um.
Deixe uma mensagem aos leitores do Jornal:
“Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”, Chico Xavier.


