Após passar por diversas melhorias nos últimos meses, a Usina de Lixo de Moquém conta atualmente com 37 trabalhadores atuando no local (foto). Os cooperativados, porém, têm sua atuação prejudicada pela falta de hábito da maioria dos taquarenses em não separar o lixo doméstico. Restos de vidros misturados aos detritos são um dos principais problemas na hora de separar os resíduos. Mesmo com a coleta seletiva sendo realizada semanalmente no município, a comunidade ainda não se conscientizou sobre a importância de separar o material seco do molhado, segundo o presidente da Cooperativa, Adílson Rodrigues.
Atuando frente aos cooperativados desde maio do último ano, Adílson explicou que a separação evita a contaminação dos materiais reaproveitáveis, aumentando o valor agregado dos mesmos, além de diminuir os custos da reciclagem. O presidente explicou que todo o tipo de material reutilizável, como papéis e plásticos, são contaminados com restos de comida e, até mesmo, com erva-mate.
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