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Parobé seguirá com trabalhos intensos contra o aedes aegypti até maio

As ações, organizadas pelo setor Vigilância Epidemiológica, ganharam peso a partir da ajuda de oito militares do Batalhão de Sapucaia

As ações, organizadas pelo setor Vigilância Epidemiológica, ganharam peso a partir da ajuda de oito militares do Batalhão de Sapucaia do Sul, desde o início do mês. Os soldados e cabos têm ajudado no trabalho dos 25 agentes comunitários de saúde em visitas e fiscalização de residências e terrenos baldios. O trabalho acontece em dois turnos e deverá visitar todas as residências da cidade. Em locais com focos de larvas, o material é coletado e enviado para análise. O agente de endemias Cleber Roldão lembra que, além do trabalho de campo, também são monitorados alguns pontos estratégicos, como madeireiras, postos de gasolina, floriculturas e cemitérios. Faz cerca de um ano que não é encontrado criadouros de aedes aegypti em Parobé. O último caso foi em maio de 2015, quando a cidade foi considerada infestada pelo inseto. Se não for confirmada nenhuma ocorrência nos próximos três meses, os trabalhos de visitas passarão a ocorrer em 10% das residências.

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