O assunto foi tema de reunião ontem à tarde, no plenário do Ministério Público, com a participação do prefeito Délcio Hugentobler; da vice-prefeita Michelle Sápiras; do juiz trabalhista, Eduardo de Camargo; e de advogados dos ex-funcionários da Sociedade Hospitalar de Caridade. Na ocasião, a Prefeitura acabou aceitando pagar juros de um por cento sobre cada parcela a ser quitada para a compra dos bens imóveis. Com isso, o Executivo também manteve a ideia de liberar, imediatamente, cerca de R$ 450 mil depositados judicialmente. A proposta foi aceita pelos advogados e deverá ser formalizada pela Prefeitura à Justiça do Trabalho. Contudo, este procedimento só poderá ocorrer após a aprovação de novo projeto de lei por parte da Câmara de Vereadores. A medida é necessária porque o valor total a ser desembolsado para a compra do hospital será maior do que o originalmente previsto.


