Desde fevereiro o atelier dirigido por Luis Gomes Lopes prestava serviço à Ramarim, de Nova Hartz. Há duas semanas, segundo o empresário, a fábrica desligou-se de seu atelier sem aviso, deixando-o em situação delicada e o obrigando a fechar seu negócio. Localizado na rua Picada Gravatá, o ponto empregava 27 pessoas (foto) que iniciaram a busca judicial por seus direitos na segunda-feira.
Conforme relataram os trabalhadores ao Panorama, a empresa não deu qualquer aviso de que iria parar a terceirização. “Perto do Dia das Mães a indústria, inclusive, nos obrigou a fazer serão várias vezes na semana. Depois começaram a passar menos, deram alguns dias de férias e, sem qualquer aviso, nos dispensaram”, lamentou José.
Segundo o empresário, a Ramarim garantiu que asseguraria todos os direitos aos funcionários, desde que estes fossem cobrados judicialmente. Confira a matéria completa na página 6 da edição impressa do Panorama do dia 02 de agosto.


