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Flagbol: o novo esporte do final de tarde no Parque do Trabalhador

Quem vai até o Parque do Trabalhador, em Taquara, nas terças e quintas-feiras próximo do final da tarde, já está

Quem vai até o Parque do Trabalhador, em Taquara, nas terças e quintas-feiras próximo do final da tarde, já está acostumando com uma nova cena: uma turma jogando flagbol. Desconhecido da maioria do público, o esporte está sendo trazido para Taquara pelo professor de educação física Eduardo Nikolay, que iniciou as aulas com sua turma da escola estadual Felipe Marx (Polivalente). A prática esportiva, porém, está aberta a adeptos de toda a comunidade.
O flagbol é uma versão do futebol americano. As regras básicas são similares as do jogo profissional, mas em vez de derrubar o jogador com a bola ao chão, o defensor deve retirar uma fita para parar. Na maioria das jogadas, os atletas utilizam um cinto, onde as duas flags (como são chamadas as fitas) estão presas por um velcro. O flagbol foi desenvolvido com o intuito de minimizar lesões que o futebol americano, com sua tradicional violência, poderia trazer. Outro objetivo, segundo a Associação Paulista de Futebol Americano, foi baratear a prática do esporte, já que os equipamentos tradicionais são caros. Ao longo dos anos, acrescenta a entidade, o contato entre os jogadores foi sendo liberado.
Em Taquara, o professor Eduardo Nikolay, 36 anos, já desenvolve a prática desde 2010 com os seus alunos, mas iniciou as aulas no Parque do Trabalhador no final do ano passado. A ideia, segundo ele, é atrair o maior número de jogadores da cidade, para iniciar a disputa profissional. De acordo com o treinador da equipe, cerca de nove jogadores vem participando todas as semanas dos treinamentos, que ocorrem nas terças e quintas-feiras. Quem tiver interesse em participar pode entrar em contato pelo telefone 3542-2060.
Para o estudante do Polivalente, Cristiano Simionatto, 13 anos, o jogo é bastante divertido. Ele só ressalta que mais pessoas devem participar da prática esportiva, para que se torne ainda mais atrativa. De acordo com Eduardo, o time taquarense já participou de três partidas de flagbol e a meta dele, e de seu colega professor de Parobé, Leonardo Ostjen, é preparar a equipe para a disputa de campeonatos. Outra ideia é incentivar a realização de competições entre escolas, formando times de flagbol nos educandários. Segundo ele, a medida leva em conta que o esporte é barato.

 

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