Funcionários públicos de Igrejinha recebem aulas de Libras

Iniciativa da prefeitura visa a qualificação dos atendimentos e inclusão aos cidadãos nos serviços públicos.
Publicado em 14/10/2021 23:49 Off
Por Vinicius Linden
Curso foi apresentado em sua primeira aula nesta quinta-feira (14). Divulgação / Renato Salomon

Em uma iniciativa buscando a qualificação dos atendimentos e as condições de acessibilidade e inclusão aos cidadãos nos serviços públicos, a Prefeitura de Igrejinha deu início, nesta quinta-feira (14), às aulas do curso de Libras para os funcionários concursados. O projeto “Libras na Administração” visa a apoiar a difusão e o uso da Linguagem Brasileira de Sinais como meio de comunicação, bem como garantir o atendimento e tratamento adequado às pessoas com deficiência auditiva.

Inicialmente, foram ofertadas 10 vagas para que funcionários de carreira, que trabalham com atendimento ao cidadão, realizem o curso pelo período de sete meses. Os funcionários selecionados (vinculados à Secretaria de Desenvolvimento Social, Secretaria de Saúde e Secretaria de Finanças) foram divididos em duas turmas, com aulas a serem realizadas na quinta-feira ou no sábado, e carga horária semanal de duas horas.

“Garantir condições de um atendimento digno e acessível para os cidadãos é uma das prioridades de nossa Administração. Estamos investindo na qualificação dos nossos profissionais e nos sistemas que os usuários utilizam para acessar os serviços oferecidos. O curso de LIBRAS é o primeiro passo para que possamos garantir o direito dos cidadãos, e em breve novas conquistas e investimentos virão”, enfatiza o vice-prefeito Joãozinho Lopes.

Segundo a coordenadora do CRAS de Igrejinha, Carine Herrmann Muller, que participará do curso na turma de quinta-feira, aprender a se comunicar por meio da Língua Brasileira de Sinais qualificará os atendimentos das políticas públicas do Município. “Tanto para nós, como profissionais, quanto aos usuários que possuem deficiência auditiva, poder se comunicar de forma clara e acessível, em nossos espaços de acolhimento, oportunizam aos usuários o acesso aos seus direitos”, pontua a profissional.

Fotos: Divulgação / Renato Salomon

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