A prefeita de Parobé continuava trabalhando no meio desta semana, mesmo tendo sido punida com a perda do cargo pelo Tribunal de Justiça do Estado, no final da semana passada. A assessoria jurídica de Gilda Kirsch informou que ainda não havia sido publicada a sentença condenatória, a partir da qual a mandatária terá um prazo de 15 dias para apresentar recurso especial com efeito suspensivo no Superior Tribunal de Justiça (STJ).
A intenção, segundo o advogado Rogério Möller dos Santos, é manter a prefeita no cargo até o final da atual mandato, que expira em 31 de dezembro de 2008, e provar a sua inocência no julgamento final do processo em que foi acusada. Disse também ter convicção de que não haverá nenhum problema para a chefe do Executivo concorrer à reeleição no pleito municipal deste ano.
A decisão de condenar Gilda Kirsch foi tomada pela 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado, órgão que trata, em primeira instância, dos processos envolvendo prefeitos. A mandatária parobeense foi condenada pelo crime de concussão, que significa apropriar-se de valores referentes a estipêndios (salários) recebidos por subordinados.
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