Hendley Reschke, 46 anos, natural de Garibaldi. É casado com Ana Paula Moi (45), com quem tem dois filhos: Lucas (9) e Rafaela (5). Formado em medicina, possui pós graduação e MBA em Gestão da Saúde pela ESPM. Cirurgião geral e endoscopista, tem consultório em Igrejinha e é presidente da Unimed Encosta da Serra, na qual também atua na área de gestão e planos de saúde.
Conte-nos sobre sua trajetória profissional.
Me formei e passei um ano no serviço obrigatório do Exército atuando como médico. Em seguida fiz especialização em cirurgia geral no hospital da Universidade Federal de Pelotas (Ufpel) e, depois, em endoscopia no Hospital da PUC, em Porto Alegre. Após, atuei como médico plantonista do Hospital de Parobé e percebi que aqui na região existia mercado para trabalhar. Comecei a vir de Porto Alegre para cá e há nove anos estou residindo em Igrejinha. Na Unimed iniciei como médico cooperado e fui passando a integrar alguns conselhos, como o de administração, por exemplo. Também fui diretor técnico da cooperativa e, na gestão do doutor Valter (Heinz), fui vice-presidente. Isso começou a fazer parte do meu dia-a-dia e concorrer à presidência da Unimed Encosta da Serra foi uma consequência.
O que significa para você ser presidente da Unimed?
Primeiro um prazer, por representar os 218 cooperados, e um grande desafio de manter a cooperativa crescendo como nos últimos anos, podendo gerar trabalho para os colegas sócios.
Qual a importância da parceria entre a Unimed e o Lions Clube de Taquara?
Já faz alguns anos que o Lions procura a cooperativa como forma de atender grupos e pessoas que tenham algum problema na visão. Através da parceria, os cooperados se dispõem a realizar os atendimentos gratuitos e o Lions fica responsável pela doação de óculos quando necessário. Além disso, a Unimed também procura estar presente nas principais ações e eventos desenvolvidos pelas cidades em que trabalha.
Quais são suas principais características pessoais?
Curioso. Sou uma pessoa bastante determinada e de fácil adaptação e integração.
O que você gosta de fazer em suas horas vagas?
Em primeiro lugar sempre está a família. Mas também gosto de fazer trilhas de quadriciclo. Em Igrejinha temos um grupo grande de amigos que se reúne para isso. Nos momentos em que estamos na trilha é possível esquecer e se desligar de tudo, se integrar à natureza e viver novos desafios.
Como se deu a escolha de morar em Igrejinha?
Igrejinha foi uma cidade que chamou a atenção da minha esposa e me abriu possibilidades para a parte profissional. Além disso, fomos muito bem acolhidos pela comunidade. O município tem duas principais características: é muito organizado e tranquilo.
Como conheceu sua esposa e o que mais admira nela?
Nossos pais moravam no mesmo prédio e nos conhecemos quando terminei minha residência (médica) e voltei para casa, período em que ela também estava retornando de uma temporada de estudos no exterior. O que mais gosto é a complementação. Com certeza temos a família que temos porque ela me completa e é minha parceira, sempre.
O que mais o preocupa na criação de seus filhos?
O mundo agressivo que a gente vive. O nosso objetivo é passar para eles a mesma formação e oportunidades que os nossos pais puderam nos oferecer. Se conseguir isso, serei muito feliz.
O que o tira do sério: desonestidade.
Quais são seus planos para o futuro?
Não perder a vontade, a energia e a disposição que tenho, e poder continuar convivendo com a minha família e com os meus amigos.
Estilo musical: música pop.
Prato predileto: torta de nozes da minha mãe.
Uma habilidade: tarefas manuais.
Deixe uma mensagem: todo o indivíduo precisa se preocupar em não estar sempre em “posição de conforto”. Tenha um projeto, um desafio novo, esteja aberto para novas possibilidades em relação ao mundo.


