Atualmente os livros infantis não são mais apenas escritos e ilustrados, eles são formados por uma imensidade de atrativos para chamar a atenção das crianças. Texturas, sons, figuras em relevo e partes de montar são algumas das características encontradas nas novas obras infantis. Cada um destes recursos ajuda a estimular determinadas aptidões nas crianças, de acordo com suas idades. No entanto, a “arte de contar histórias” hoje está bastante concentrada nas escolas, onde as professoras reúnem seus alunos em uma roda para a leitura de um livro infantil.
Para a professora e psicopedagoga Geórgia Patrícia da Silva, esta é uma responsabilidade do educador e, mais do que isso, um dever. Geórgia destaca que contar histórias não é, de forma alguma, um ato inocente, ingênuo. “São ensinamentos que ajudam a construir o homem, através de mensagens de sabedoria e de fé na vida”, enfatiza. Em entrevista publicada na edição impressa do Panorama, a psicopedagoga fala sobre a diferença de se contar histórias hoje para o tempo de seus pais e avós e os benefícios que a leitura traz para a formação da criança.
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