O Tribunal do Júri da Comarca de Parobé condenou Renan da Silva Moraes a 18 anos, oito meses e 24 dias de prisão, em regime inicial fechado, pela morte de Volmir Ivo Taschetto e por três disparos de arma de fogo. O julgamento ocorreu em 17 de setembro e foi presidido pelo juiz Cleber do Amaral Schenkel, da 1ª Vara Judicial da Comarca de Parobé.
Pela decisão dos jurados, Renan recebeu pena de 18 anos e quatro meses pelo homicídio qualificado por perigo comum e pelo recurso que dificultou a defesa da vítima. Pelos três disparos de arma de fogo, a pena foi fixada em dois anos, quatro meses e 24 dias de reclusão.
A sentença também determinou o pagamento de R$ 50 mil por danos morais aos familiares de Volmir.
O caso
Segundo a denúncia do Ministério Público, os fatos ocorreram na madrugada de 5 de maio de 2024. Renan estava em uma danceteria quando se envolveu em uma discussão com outras pessoas que estavam no estabelecimento.
Durante a confusão, ele efetuou dois disparos para o alto dentro da danceteria. Depois, deixou o local e realizou outro disparo em direção à rua.
Na sequência, Renan fugiu e passou a ser perseguido pela polícia. Durante a perseguição, o veículo conduzido por ele colidiu com o carro em que estava Volmir Ivo Taschetto.
A vítima morreu em decorrência dos ferimentos. Outras duas pessoas que estavam no veículo ficaram feridas.


