
Em um Tribunal do Júri que durou dois dias em Taquara, iniciando na quinta-feira, dia 21 de novembro, e terminando na sexta-feira, dia 22, denunciados pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) foram condenados por conta da morte de um jovem. Três réus foram condenados por homicídio qualificado por motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima. Os três e ainda mais um quarto acusado foram condenados por ocultação de cadáver.
Três réus receberam penas de 25, 21 e 18 anos de prisão, todos detidos, com cumprimento inicial em regime fechado. O quarto condenado, que respondeu apenas pela ocultação de cadáver, recebeu uma pena de um ano e meio de reclusão, podendo recorrer em liberdade. Durante o processo, um quinto réu morreu e um sexto foi impronunciado para ser julgado pelo júri. Pelo MPRS, atuaram os promotores de Justiça Brenusa Corleta, da comarca, e Eugênio Paes Amorim, designado pelo Núcleo de Apoio ao Júri (NAJ) da instituição.
“Fizemos um júri muito trabalhoso e com forte componente emocional, seja pelo acirrado debate com os advogados, seja pela presença de familiares da vítima em situação de comovente sofrimento. Mas o Ministério Público pode desempenhar bem o seu papel e auxiliar os cidadãos jurados de Taquara a bem julgar”, destacou Eugênio Amorim, acrescentando que o julgamento tratou da morte de Rodrigo Rosa dos Santos, 24 anos, morador de Gravataí, mas que foi assassinado no interior de Taquara.


