Na tarde desta quinta-feira, funcionários ainda circulavam nos corredores vazios do Caridade, e uma única pessoa seguia internada, aguardando alta. Devido à determinação do órgão fiscalizador, o atendimento à comunidade cessou pela primeira vez em 75 anos. Somente o setor de nefrologia — responsável por 1.103 sessões de hemodiálise por mês, segundo informações do próprio estabelecimento — permanecia funcionando.
O impedimento do único hospital de Taquara também provocou o aumento imediato da demanda nos postos de saúde do município e em outros hospitais da região. O prefeito de Taquara, Cláudio Kaiser, determinou que todos os veículos da Prefeitura fossem colocados à disposição da Secretaria de Saúde, a fim de transportar para outras cidades, em caráter emergencial, as pessoas carentes de atendimento hospitalar.
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